Após chorar copiosamente na quinta, acordei na sexta até que não muito nervosa, e cheguei na minha qualificação antes de todos os professores. Fiquei treinando a programação neurolinguística que a Luty falou, mas não se funciona muito se a pessoa não acredita nisso já.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Não importa o quão pequeno, o primeiro passo é o mais importante de todos
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Quem sabe se é constante
Bom, só não cansei mais de reclamar sobre a minha vida do que da falta de comentários do blog apesar de saber que as pessoas leram, mas mesmo assim preciso postar, assim, de mim para eu mesma.
Vim para a cidade sanduíche para acompanhar a cirurgia de remoção de cisto do pé da minha mãe, com algumas roupas e um livro. Ela já tinha feito uma cirurgia parecida, só que na mão: tinha sido rápida e ela foi pra casa no mesmo dia, ainda sob efeito da anestesia. Então fomos eu e papis para o hospital, para uma cirurgia que ia começar às 7h. Deitamos em duas espreguiçadeiras e nem vimos o tempo passar. Minha irmã ficou ligando para perguntar da cirurgia, e a gente lá, morrendo de sono, sem se tocar. Lá pelo meiodia fui me informar e uma enfermeira disse que ainda estava em cirurgia. Às 14h passei por lá de novo e dessa vez disseram que ela estava acordando da anestesia. Minha mãe chegou no quarto lá pelas 15h, e passou o dia vomitando o que comia, devido a medicação. Na manhã seguinte o médico fez uma visita e disse que na verdade a cirurgia não foi só remoção do cisto, que ocupou metade de um osso e que ocasionou um enxerto de um osso perto do joelho. A culpa toda é de uma tendinite que ela tem há anos e nunca cuidou, logo, ferrou esse tendão e mais outros dois do pé, e a cirugia acabou mexendo em nervo e artéria também. Ela saiu do hospital em alguns dias, porque continuou vomitando até cortarem quase todos os remédios. Pausa no relato dramático para comentar sobre o que fiz enquanto ficava com minha mãe no hospital vendo a dormir e vomitar. Comer comida de hospital é fácil para quem tem anos de bandejão, e dormir em espreguiçadeira também, para quem dorme até em ford ka. Enquanto minha mãe dormia, terminei de ler As You Like It, comédia de Shakespeare, que deve ser famosa mais provavelmente por causa do discurso 'all the world's a stage'(que na verdade era o lema da companhia de teatro dele, e como todos sabemos é uma expressão famosa desde os tempos de Luciano). Aliás, o personagem melancólico é o melhor, o enredo da moça cujo rei perde o reino e se veste de homem e encontra quem a ama é meio blah. Também terminei de ler A Montanha Mágica, de Thomas Mann, sobre um rapaz que vai visitar seu primo doente em uma estância nas montanhas e acaba ficando por lá, aprendendo sobre psicanálise da doença, biologia e muita discussão filosófica humanista/medievalista. Achei o fim bem triste, e mais triste ainda é ler no hospital confortavelmente deitada em uma espreguiçadeira. Rolou toda uma identificação com o Hans Castorp, além do fato de estar fazendo companhia a alguém no hospital, também sinto que minha falta de decisão na vida é disputada por Settembrini(Herr Rennó e Mlle Torlay) e Nafta(tio Dos Santos).
Voltando ao relato dramático, fomos alugar cadeira de rodas. Já em casa, esse domicílio gigante e imensamente confortável, a cadeira mal passa pelas portas, e em alguns cômodos nem entra. Já tiramos várias lascas das paredes e toda hora minha mãe faz cara de preocupação porque acha que estamos estragando a cadeira alugada. Também somos muito bons em serviços domésticos: sempre tem louça na pia, ninguém está passando roupas e o arroz fica sem tempero. Um dia, de troco, provavelmente, minha mãe viu uma mosca no peru e disse que se quiséssemos continuar comendo tudo bem, mas ela não queria mais. No dia seguinte, larvas infestavam a carne no prato do meu pai(ECA). Agora minha mãe está aceitando alguma faxineira/cuidadora ou qualquer coisa assim, mas já chamamos três e todas estão nos enrolando? Como diria minha mãe, na minha época as pessoas gostavam de trabalhar. Bem, é isso, minha vida não tem sido muito além de ver se mamãe precisa de alguma coisa + ficar brava porque ela quer fazer as coisas sozinha + coisas de casa + internet no tempo livre ao invés de estudar.
Bem, comprei(er, meu pai me comprou) um celular novo estilo pobre querendo ser rico, que tira foto e toca música, já que meu velhinho voltará para a verdadeira dona(a chelvis) e um par de tênis com detalhes em lilás. E é só. Volto com mais histórias cheias de suspiros, angústia e dores quando alguém comentar OUVIRAM?
Postado por M.D.O.M. às 7:46 PM 3 comentários
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sexta-feira, 5 de junho de 2009
Vou tentar ficar, mas é em vão quando você está longe
Bem, hoje teremos um post sobre um assunto quase nunca comentado no blog: livros.
Quase nunca comentado por vocês, claro, porque eu sempre comento o que leio.
O primeiro deles é o sexto livro da heptalogia(?) Em Busca do Tempo Perdido, de Proust. Caso vocês tenham esquecido, no último livro o protagonista estava vivendo com Albertina em sua casa, não porque a amasse, mas porque sentia ciúmes loucamente da menina. Já no começo do sexto livro(eu poderia avisar que tem spoilers, mas vocês nem tão lendo) ela foge da casa(supostamente por não aguentar mais viver numa prisão) e... morre. É baseado em fatos reais, dizem os críticos, porque parece que o Proust teve um amante que ele amava muito e morreu do nada num acidente de avião(aqui ela morre a cavalo). Aí tem os tempos de ele ficar chocado, sofrer lembrando, e não muito tempo depois ele já começa a deixar de amar e as lembranças que ficam são só as boas. Interessante quando ele diz que só consegue dizer que perdeu uma pessoa querida quando não a ama mais mesmo. Outro ponto interessante é que o autor é gay, mas no livro ele é heterossexual e todo o resto que é gay. Enfim, só falta mais um livro para terminar e não se se fico triste ou feliz com isso.
Para a disciplina da unipunk li Rei Lear(eu sei, é vergonhoso não conhecer tudo de Shakespeare). Como o ómi é bão! Conta a história do Rei Lear e suas três filhas, duas delas bajuladoras e uma sincera. Então o rei divide o reino entre as duas bajuladoras e expulsa a sincera. Mas o rei não se toca depois que não é mais rei, e continua tentando reinar, e as duas filhas ficam com raiva e se unem(será?) contra ele. No fim os maus são punidos e metade do elenco morre, claro. Na discussão em sala falaram que a peça foi exibida no natal, e que isso poderia querer dizer que antes da vinda de Jesus o mundo estava em caos porque não tinha mais um rei direito. Bem, mais do que uma peça sobre os malefícios de se dividir um reino e fazer os filhos brigarem por poder, também é um belo discurso a favor da honestidade.
Para encerrar, um livro que eu comprei na loja do sorriso amarelo e com um selo de autoestima na capa, Baltazar Gracián, Manual de Prudência. Comprei porque já foi citado em sala como um livro de conduta 'cavalheiresca' do século XVII. É um dos livros que você vê que a editora não prestou muita atenção, principalmente por ter classificado como autoajuda. Além de se contradizer demais(primeiro diz que boa sorte e má sorte não existem, o que existe é prudência ou imprudência, depois diz que há alguns dias de má sorte e devemos aguenta-los, aí diz para usar de todo e qualquer meio para ser o primeiro, para depois dizer que não se deve trair o caráter por isso), o livro dá umas dicas que eu acho que não é muito autoajuda... do tipo 'a multidão nunca sabe de nada', 'seja uma pessoa diferente com cada um que você encontra', 'arranje um terceiro para fazer as coisas vis por você porque o povo sempre culpa a ferramenta e não o autor'. Gostei do livro, pena que não são todos os aforismas.
Não que eu goste de fazer drama(ha, eu!), mas ó da vida viu. Já estava me sentindo mal por não conseguir escrever um mísero texto de francês(não pelo francês, por não saber me expressar), aí quarta teve prova oral de alemão. Eu estava tranquila, porque sou uma Sprachengenie e falo melhor que, oi, todos. Daí o Herr Rennó faltou por motivos pessoais, e eu mudei de dupla. Só errei uma coisa(ok, errei várias vezes e é uma coisa simples), enquanto a menina errou isso, outras coisas e falou pior, e ficamos com a mesma nota, oito.
SIM ESTOU RECLAMANDO POR UM OITO OK, DEIXEM ME SER NERD, BJS.
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segunda-feira, 1 de junho de 2009
E eu sou teimosa e eu grito e eu vou te cortar
Tem um filme bem sessão da tarde que se chama 28 dias, com a Sandra Bullock, em que ela vai a um centro de reabilitação. A história toda é bem típica de comédia romântica, mas eu lembro que no final do rehab é dito que se você conseguir cuidar de uma planta e de um animal por um ano você está pronto para se relacionar com alguém, e o filme meio que termina com o amigo gay que ela faz lá chorando porque nunca mais vai ter sexo na vida.
Vocês sabem que de gato eu não sirvo para cuidar mesmo, e plantas eu nunca tentei, mas certamente ia dar na mesma, e pior, porque ela ia morrer bem rápido.
E seres humanos então, pfff. As pessoas acham que é uma máscara esse meu lado rbd, e que eu não sou malvada, mas isso se baseia na teoria errônea de que sempre devemos esperar o melhor das pessoas. Mas eu sou assim, estúpida, egoísta, paranóica. Eu xingo quem eu gosto com uma facilidade incrível, e sempre reclamo quando as coisas não são como eu quero. E consegui ser completamente insensível com o único amigo que eu já tive, não amigo no sentido de pessoa que eu não quero que morra quando os aliens vierem destruir a terra, amigo de trocar confidências, de dizer que ama e que vai estar ao lado pra sempre, essas coisas de filme infantil e séries de tv. É claro que eu poderia pedir desculpas e tentar ser uma pessoa mais decente, mas eu não vou fazer isso simplesmente porque não vai ser assim. Vou continuar sendo uma pessoa problemática e afastando as pessoas, porque é só isso que sei fazer. E talvez seja só isso que eu quero fazer.
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quarta-feira, 1 de abril de 2009
Interrompemos a transmissão urgente de fatos aleatórios e pseudoculturais de M para transmitir um mimimi da mesma.
Esses últimos dias percebi de verdade que é preciso pesar as consequências das nossas ações. Uma coisinha que a gente acha que é simples tempos depois se transforma em algo que merece um post gigante de uma pessoa morrendo de sono.
Fui tentar dormir agora e o que percebo? Sim coleguinhas, o gato fez xixi na minha cama. Pela terceira vez... em uns dez dias. Imaginem como estou feliz e bem-humorada/bemhumorada neste instante.
Tudo começou já faz umas semanas, quando o gato parou de usar a areia. Sabe-se lá porquê, mas sabe-se que ele começou a usar a areia do vizinho. Daí o cachorro da amiga da Chel fez xixi no pote dele(que eeeeeu lavei). E então o gato fez xixi nos meus bichinhos que tinham acabado de voltar da lavanderia e eu tive que mandar de novo. Alguns dias depois, ele faz xixi nas camisetas em cima da cama. Dessa vez achei melhor lavar na mão, e lá vou eu esfregar com sabãovanishvejaálcool e deixar de molho por um dia(não um dia direto, algumas horas, depois lavar de novo e molho de novo). E é claro que uma camiseta continua fedendo e irá para o lixo. Hoje, após um dia estafante de não fazer nada vou dormir e, surpresa de novo! Xixi de gato no travesseiro e no edredon. Deixei tudo no tanque lá fora, para levar para a lavanderia(de novo!). O foda é que da primeira vez eu já tinha perguntado pra Chel 'cadê a pá pra limpar o xixi do outro gato na areia do Didi?' e ela disse 'sumiu' e fim, nem procurou(essa era meio que responsabilidade dela, como a minha é colocar comida).
Antes que me venha mais um stalker que nunca comenta achar que estou falando mal do gato, já digo que não é isso. A questão é que quando decidi adotar o gato junto com a Chel achei que ia ser fácil, como era fácil cuidar das gatas da república. Dá comida, troca areia, leva no veterinário de vez em quando... às vezes o gato quer amor, você dá e fim. Mas que nada, nesses poucos meses de se tentar criar um gato de rua ele já deixou a gente sem dormir quando tentamos torná-lo um gato caseiro, trouxe baratas, pássaros pequenos e grandes mortos, e agora, xixi na cama. Embora, como tenha dito a Chelvis, possa ser também o gato do vizinho, aquele que eu já peguei comendo a comida do Didi. Se com o gato já estamos tendo problemas, imagina com filhos? Sério, tem que ter muito instinto de preservação da espécie ou medo de ficar sozinho na velhice para querer passar 9 meses com alterações no corpo para depois se arregaçar tendo o filho, passar noites em claro cuidando da coisinha que só cagacomechora, ensinar tudo que a criança curiosa quer, ouvir do filho que ele te odeia na adolescência e ser trocada por outra pessoa quando fica adulto.
E também achei que eu gostasse de gatos, mas era tudo mentira. Eles são certamente as criaturas mais fofas do mundo, mas a companhia deles não me alegra, e eu canso muito rápido de fazer carinho nele(ainda bem que gatos não lêem, ou eu estaria causando danos que precisariam de vários anos de terapia pro gato agora).
Bem, talvez isso fosse necessário para eu descobrir que realmente sou uma pessoa sem coração que não consegue gostar de bebês ou gatos ou coisinhas fofas indefesas. E não sei o que fazer. Obviamente não vou deixar de cuidar do gato só porque é difícil, mas também não sei se dá para tentar trancar ele de novo aqui dentro e não dormir por uma semana, ou trancar ele pra fora pra sempre com a comida e areia e água disponíveis para todos os gatos da vizinhança. Que falha de ser humano que sou! Mas tentarei manter um mínimo de dignidade não jogando o gato fora e inventando algum tipo de desculpa que não seja 'não tinha travesseiro nem edredon e morri de ódio de mim mesma' para não ir à aula de manhã.
Postado por M.D.O.M. às 12:55 AM 6 comentários
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quinta-feira, 8 de novembro de 2007
O clima é de partida, vou dar sequência na minha vida
Mas vamos lá, desde quando eu não posto? Acho que não fiz nada de muito ou pouco especial semana passada. Fui para a cidade-sanduíche, onde eu e a Luty encontramos um pessoal do isketch para vermos os presentes que ganhamos no caixote viajante! Ganhei uum livro da Agatha Christie, um colar, uma caneca e um prato turísticos do rio de janeiro. Sábado à noite foi a festa de aniversário do Metadiam lá em casa, e eu fiquei no pc jogando, claro. A Chelvis disse que foi mal-educado mas eu nem ligo tá.
Mas é claro que o principal acontecimento da semana(mês? ano? vida?) é o mestrado. Passei entre os 28 felizardos(?) linguistas e ano que vem será uma nova vida desconhecida cheia de desafios para mim, oh oh oh. Ainda não comemorei. Não sei se comemoro. Não que não seja um grande feito ter chegado até esse ponto, quer dizer, na verdade não foi mesmo, mas a dificuldade dos próximos dois anos e a perspectiva de entrar no mundo adulto me assustam demais. E tem também o fato de não ter bolsa até o meio do ano que vem com certeza, e depois só talvez. Sei lá. Esse ano tá foda.
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sexta-feira, 27 de abril de 2007
Uh uh uh, la la la, iê iê
O menor dos problemas foi a festa que nossos vizinhos decidiram fazer de quinta para sexta. Eles tocavam bem, coitados, mas eu queria dormirrrr!!!!!
Digamos assim, você mora coletivamente e acontece um problema x, duas vezes. E a causa, bem, pessoas mais novas dizem que é F, mas, ahn, uma reunião? Ah, nesse dia não posso, noutro também não, olhaí o feriado, &c &c. Aí, acontece x de novo. Aí a pessoa que manda na bagaça diz tchau para b1 por causa de n. E todas as b2, b3, b4 e b5 não entendem porque b1, com a qual aconteceu x, está indo. Será que vamos também? Não, a não ser que elas também tenham feito muito m, e tenham atitudes s. Deixar uma garrafa vazia na geladeira não é uma falta grave. Mentir dizendo que não sabe quem foi é que também acha feio é que é. Sou tonta, mas nem tanto. Quer me achar chata e cruel porque mando falar mais baixo se ficam conversando de madrugada e não saio para festas ou lanchonetes do demo? Que achem, pouco importa. Mas se querem ser enganadas por alguém que mente deliberadamente e tem a cara de pau de dizer que pode porque paga as contas(que é outra mentira), aí sim me importo, não pelas pessoas, mas pela humanidade. É fácil demais ficar posando de vítima e ter atitudes incoerentes se a pessoa sorri e é amiguinha. Já diria Bobby Ro, que se vayan todos!
Além disso, nem o teste carregou aqui, e ele era tão legalzinho!
Não entendeu? Eu tenho e-mail e comunicador instantâneo.
Postado por M.D.O.M. às 9:09 AM 3 comentários
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quarta-feira, 11 de abril de 2007
Vou escrever uma carta e fingir que veio de você
Olha, eu ia postar alguma coisa... é, eu tinha coisas para postar... ahn...
Bem, eu acho que uma das coisas era uma reclamação sobre a vida. Não queria seguir carreira acadêmica e ter que dar aulas, publicar, pesquisar, ser falsa com os outros profs... queria poder passar o resto da vida só assimilando conhecimentos, lendo cousas e cousas, sem ter que escrever segundo diz a abnt e as agências de fomento, não fornecendo nada à sociedade, bem, talvez sendo monitora de grego, que não é uma ocupação ruim. Mas, enfim, fazer o quê, é preciso fazer algo para fazer parte da sociedade &c &c.
Outra coisa é que o meu pc está sofrendo a maldição da Doutora, que queria arrancar o cabo dele e puxar pelo forro do teto. Só ele entre os demais está sem poder conectar à internet... a Chel falou que é o cabo mesmo, e amanhã, já que vamos ao centro do bairro procuraremos o tiozinho que faz essas coisas que esqueci o nome agora.
Tem mais alguma coisa... o que será? Será que ia dizer que o Wittgenstein se contradisse? Será que ia dizer que é bizarro o Bergson dizer que o rigor causa o cômico?
Acho que preciso anotar as idéias quando vêm à minha cabeça para não esquecer tanto e acabar fazendo esses posts sem graça. Lembrei! Ia falar do video fofíssimo e belíssimo do kiwi, ave oceânica! Eu achei legal tá?
Postado por M.D.O.M. às 6:23 PM 4 comentários
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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
Quero que você abra seus olhos pois preciso que olhem para os meus
Caríssimos leitores, ontem quase me joguei da janela do meu quarto para comprovar minha total idiotice.
Bem, vocês devem se lembrar que ano passado novamente pedi muito tarde a abertura de uma turma de monografia para o meu desorientador, e aí teve que abrir na época da adequação e eu só pude me matricular agora, na alteração. E lá vou eu, tento, e aparece na tela negado- rematrícula. Então vou lá ver no meu currículo e descubro que já fiz essa disciplina. E não é que o profe abriu a mesma disciplina que eu fiz com ele ano passado???? Aí o outro prof não é mais coordenador, então não sabia como ajudar, e a coordenadora nova só respondeu ao e-mail hoje, dizendo que não sabia o que fazer também, ha-ha-ha! Mas é claro que eu sei que graaaaaaaaaaaaande parte da culpa foi minha, eu devia ter superado o medo e ter pedido para abrir a turma antes, e devia ter reparado na época da adequação que já tinha feito aquela disciplina, devia ter ido até a secretaria procurar a mulher, não devia ter me desesperado e chorado até dar dor de cabeça ao invés de efetivamente fazer algo, e enfim, devia saber que eu merecia mesmo levar broncas pelo fato, não esperar que passassem a mão na minha cabeça.
No fim do dia mandei um e-mail para marcar um encontro com ele hoje, e ele disse que talvez, pois tinha que fazer coisas, &c. Claro que eu me senti chutada e desprezada e cuspida, mas tudo bem, antes de me encontrar com ele teve a defesa de mestrado do tio Sigriston. Até que não demorou muito, e ainda bem que eu filmei, se não teria dado umas pescadas... quando não se entende nada de um assunto é difícil prestar atenção! Bem, filmei tudo e ainda tirei umas fotas ( juro que mando amanhã prá tia Sammy!) e até comi uns wafers depois que a banca foi embora. Agora o tio vai trair o movimento, digo, vai trabalhar na microsoft.
Daí fui encontrar o meu amado& idolatrado desorientador na sala dele, onde o ómi estava lendo um livro. Ele aceitou me orientar(?) sem a disciplina (nah, vai entrar como extra-curricular mesmo) e, que surpresa, não sabe como deve ser um texto para o mestrado, e falou para eu conversar com um amigo dele da pós, o que não darei apelido agora. Além disso falou que o Bobby Ro, além de muito culto é acessível (até a namorada japonesa dele que não é do meio acadêmico viu isso) e que ele pensa como os japoneses, se foi dito que as aulas começavam hoje, é para começarem!
À tarde fiz coisas corriqueiras com a Chel e quando chegamos em casa ficamos conversando com as meninas por... muitas horas! Falando sobre as normas über rígidas da casa, da vida, de brinquedos, até uma sair prum canto e as outras para outros.
É isso aí! E amanhã é maaaais um dia de fazer coisas chatas, tipo pagar conta no banco, ao invés de terminar de ler o livro. Mas semana que vem eu volto a ser uma knurd exemplar.
Postado por M.D.O.M. às 10:42 PM 4 comentários
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