Sim, o post de hoje será dedicado ao maior acontecimento dos últimos tempos nessa semana: a invasão das baratas no meu armário. Tudo começou na sexta à noite, quando vi uma barata IMENSA andando na minha gaveta de meias. Bem, podia ser uma barata só, então deixei pra lá. Domingo vejo novamente uma barata, dessa vez menor, e o desespero bate. Como sou medrosa esperei a Chelvis ter um tempo livre para me ajudar, e como ela é mega ocupada, só podia ser na terça. Pois bem, lá fomos nós duas com a cara e a coragem e um inseticida nas mãos tirar as gavetas do armário e descobrir de onde saíam as baratas. Tiramos todas as roupas e gavetas e jogamos inseticida. Logo sai uma baratinha, depois uma baratona e outra baratinha. Para descansar do cheiro ficamos na casa da Chel por um tempo, depois voltamos e jogamos mais inseticida, e matamos mais baratinhas. Fizemos isso por umas duas horas, e decidimos ligar para a imobiliária. Após algumas horas de espera, eles deram o telefone de uma empresa de dedetização e disseram que o dono não ia pagar. Como eu não ia esperar mais dias com baratas em casa acabei chamando do mesmo jeito. Lady Murphy, não satisfeita fez com que eles só pudessem vir bem na hora do meu alemão. Eles acharam ainda dezenas de baratas no meu armário, e nem pisavam nelas! Eles só diziam 'elas vão morrer, pra que matar?' e pegavam com a mão, ecaecaeca! Mas o pior foi ter descoberto um ninho de baratas embaixo da pia. Assim que mudei pra cá, a imobiliária disse que ia mandar alguém para consertar a madeira podre debaixo da pia, mas como eu nunca precisei do espaço também não reclamei. Mas deveria, porque lá só tinha barata enorme! Uma delas subiu no pano de prato e se eu não tivesse gritado o rapaz nem teria tirado ela de lá. Tá bom que grande parte do meu medo é pura histeria e os caras estão acostumados com esses seres nojentos, mas no pano de prato não né? Eles foram embora e a Chelvis me ajudou a varrer, ainda que ela mesma estivesse horrorizada e me xingando por ter dedetizado minha casa. Como se a culpa fosse minha que o armário fechado por semanas tenha se tornado um ambiente propício para a instalação de baratas! As da pia eu tenho culpa vai, por ter esquecido que existia e não ter aberto em meses. Enfim, depois da limpeza me toquei que elas tinham passado e deixado seus cocôs que eu achei que era só poeira em todas as minhas roupas. Fui para o shopping comprar calcinhas e meias, e aproveitei e comprei calça jeans também. Na manhã seguinte, Chelvis me lembra que não comprei blusas. VDM, como diriam por aí. Coloquei a blusa suja do dia seguinte e fui à loja aqui do lado comprar qualquer coisa. Só não poderia imaginar que lá eles vendiam blusas de seda de 400 reais e mesmo a blusa que eu acabei comprando, embora a mais barata da loja e com 30% de desconto, foi a roupa mais cara que já comprei na vida, e nem é roxa ou laranja ou ultra fashion. Com esse tempo, a primeira baciada de roupas lavadas só ficou seca mesmo hoje, e finalmente tenho roupas de novo. Deixei o armário aberto até hoje também, e joguei montes de veja para tentar desinfetar.
Ai, e hoje, mais tristeza na minha vida. A Luty está com meus pais agora, e diz ela que eles começaram a perguntar se a gente bebia (nem vou discorrer sobre os pais não terem ideia se as filhas fazem isso ou não). Daí que mamis, ainda traumatizada por ter lido o blog, fala que um dia eu misturei bebidas aqui e desmaiei? Mas só bebi porque aqui fico muito sozinha, o que foi uma escolha minha, já que poderia ter feito faculdade lá. S-O-C-O-R-R-O-!. Certamente vocês não lembram de uma história dessas, e é porque ela está distorcendo o post em que contei que bebi um copo (embora a chelvis diga que tenha sido menos) do vinho dela e fiquei vermelha, mas nem fiquei muito louca. E provavelmente estava triste por causa do mestrado, o que é bem frequente.
Enfim. Espero voltar no fim de semana com notícias mais felizes, ou menos desgraçadas.
sexta-feira, 5 de março de 2010
A barata não pode andar mais, porque lhe faltam as patas de trás.
Postado por M.D.O.M. às 1:11 AM 4 comentários
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Esconda qualquer traço de tristeza
Olá pra você que entra no blog pelo iPhone, pessoa rica e chique ou pobre com dívidas, quando puder deixe um comentário só para eu saber quem é porque tenho fixação anal e quero ter controle de tudo na minha vida.
Cá estou eu de volta, não porque coisas emocionantes tenham acontecido, mas porque estou enrolando para não estudar. Na cidade sanduíche, mamis está quaaaase lá, mas ainda tem um mês para se recuperar. A situação é bem tensa, e cada um lida de um jeito. Mamis tem estado emotiva, quase chorou pensando que não ia me ver envelhecer e chorou se perguntando porque tinha que passar por esse sofrimento. Papis transforma sua insegurança em nervosismo. Eu tenho que ser paciente e racional, quando na verdade, como vocês sabem, sou uma menininha chorona. Pelo menos eu tenho comida. E o blog. Não tenho mais mahjong nem tetris, porque meu pulso decidiu de vez que está de mal comigo.
Hoje fui à fisioterapia da unipunk, mas essa primeira sessão não teve nada de exercício. Não vou nem comentar que o rapaz já me chamou de gorda e vagabunda, falando que na próxima eu ia fazer X e Y, e poderia até fazer um pouco de bicicleta ergométrica, já que eu tinha tempo disponível. Mas hoje foi só um aparelho estranho de ondas curtas que supostamente ativam o metabolismo e fazem esquentar onde está inflamado.
Terminei de ler 'Cem Anos de Solidão', do Gabriel Garcia Marquez. O violinista disse que o livro era como essas sabrinas da vida, mas comprei porque era da edição de capa bonita da academia real espanhola, como o don quijote que eu já falei no blog em(google) março de 2007. Enfim, o livro narra a história da família Buendía, fundadora de um povoado e cheia das tragédias. Além de muito drama o livro é de realismo fantástico, então há fantasmas, pragas, pessoas ascendendo aos céus, &c. São sete gerações com nomes que se repetem, ainda bem que tem uma árvore genealógica no livro. Eu fui lendo achando que era só um relato descritivo de uma família com muita tragédia e sexo, mas até que o final fantástico dá um sentido ao livro. Recomendo, mas não muito, porque o livro não vai mudar sua vida, mas dá vontade de ficar lendo e saber o que acontece com todos.
Volto com mais mimimi em breve, aguardem.
Postado por M.D.O.M. às 10:30 PM 3 comentários
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Faça todo seu corpo falar
Você só percebe que está há muito tempo sem postar quando acha que o comentário novo é alguém pedindo por novidades, mas no fim é só um spam.
Mas então, o resto dos meus dias nas terras nobres da cidade dos ventos não teve nada de muito memorável, além, é claro, do meu pc ter voltado intacto e feliz da assistência técnica, pronto para gerar uma dissertação de mestrado.
Na minha sessão cinema assisti Amor Sem Escalas(nome horrível) e Nine. O primeiro é muito bom, apesar de eu não gostar de comédias românticas. É bom porque achei que balanceou bem os assuntos, fala de compromissos e relacionamentos mas também sobre consequências emocionais do desemprego. A melhor parte, é claro, é a falta de final 'feliz'. Nine é um musical inspirado pelo 8 1/2 do Fellini. Como não sou cult o suficiente não saberia comparar, mas até que algumas músicas são empolgantes. O filme em si é sobre um diretor de cinema enfrentando as consequências de uma vida um tanto desregrada e suas memórias das mulheres de sua vida(que aparecem cantando).
Já na cidade sanduíche, assisti ao melhor reality show de.todos.os.tempos. RuPaul's Drag Race é America's Next Top Model elevado ao próximo nível. Tem o desafio do episódio, e a prova eliminatória ao invés de foto temos aqui produção drag com algum tema, como Oprah ou roupas de brechó ou do patrocinador. Quem fica entre as duas últimas tem que dublar alguma música previamente escolhida. Como em ANTM, sempre tem uma vaca arrastada até o fim, uma vaca sem escrúpulos e drama, é claro. Está na segunda temporada nos eua.
Aqui mamis precisava dar uns ajustes no gesso do pé e o enfermeiro marcou para a segunda de carnaval. Mostrando que Lady Murphy amadrinha toda a família, chegamos lá no consultório e estava fechado. Do outro lado da rua estava um fusca, e dele saiu um senhor perguntando quem era a 'Mamis(ele disse o nome dela, claro)'. Ele era o pai do enfermeiro, que foi internado por pedras na vesícula. Tivemos então que ir atéééé o hospital fora da cidade onde mamis fez a cirurgia, só para dar o ajuste no curativo. Pelo menos conseguimos uma enfermeira para vir em casa todo dia trocar as gazes.
Enfim. Volto em breve, nem que seja para encher o blog de testes.
Postado por M.D.O.M. às 6:12 PM 2 comentários
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Se alguém cair, serei eu e não você
Caros leitores, que vergonhoso eu precisar praticamente implorar de joelhos e agir histericamente para atrair comentários. É esse tipo de comportamento que faz com que programas de televisão sem conteúdo mas muita polêmica tenham uma grande audiência. E taí uma coisa que esse blog não tem: audiência conteúdo polêmica.
No entanto voltei com apenas um pouco mais de drama. Descobri que cuidar da casa é uma ciência extremamente complexa, na qual deve-se pensar em tudo ao mesmo tempo. Muitas horas, na cozinha, eu acabava esquecendo de uma coisa. Olhar três panelas no fogo e fazer a salada até que era fácil, mas para servir a mesa eu sempre esquecia de entregar os talheres, ou de pegar guardanapo. Às vezes esquecia de ver se sobrava comida do almoço pra janta e pedia pro meu pai esperar vinte minutos enquanto fazia arroz. Admiração pela minha mãe cresceu mais ainda.
Finalmente alugamos muletas para minha mãe se movimentar no banheiro, não sem alguma confusão. Da primeira vez não conseguíamos achar a rua, desta esquecemos o endereço e ficamos só com as anotações do meu pai. Chegamos na rua e tivemos que dar uma grande volta até achar o número. Lá, mamãe não queria sair do carro com o andador, e sim com muletas, e o dono da loja ficou falando que só queria o bem dela e quase que saía briga, ainda bem que meu pai estava sem o aparelho auditivo e não deve ter percebido o senhor alterar o tom.
Amanhã vou para a cidade dos ventos, devolver ao Herr Rennó o livro que ele pegou na universidade da cidade cinzenta para mim. Antes de dar a notícia aos meus pais minha mãe ficou falando que eu não podia me sacrificar, que eu deveria pensar em mim também e que estava ajudando bastante. Depois que contei veio o drama, reclamações de abandono, ela até disse que sem mim aqui até poderia voltar a fumar. Sério, já sou uma pessoa indecisa, não aja assim comigo! Mas enfim, voltarei e dessa vez(aham) a dissertação anda. Além dos estudos preciso pegar o relógio no conserto, mandar consertar o computador, pedir um cartão novo no banco e claro, ver filmes comendo pipoca.
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Quem sabe se é constante
Bom, só não cansei mais de reclamar sobre a minha vida do que da falta de comentários do blog apesar de saber que as pessoas leram, mas mesmo assim preciso postar, assim, de mim para eu mesma.
Vim para a cidade sanduíche para acompanhar a cirurgia de remoção de cisto do pé da minha mãe, com algumas roupas e um livro. Ela já tinha feito uma cirurgia parecida, só que na mão: tinha sido rápida e ela foi pra casa no mesmo dia, ainda sob efeito da anestesia. Então fomos eu e papis para o hospital, para uma cirurgia que ia começar às 7h. Deitamos em duas espreguiçadeiras e nem vimos o tempo passar. Minha irmã ficou ligando para perguntar da cirurgia, e a gente lá, morrendo de sono, sem se tocar. Lá pelo meiodia fui me informar e uma enfermeira disse que ainda estava em cirurgia. Às 14h passei por lá de novo e dessa vez disseram que ela estava acordando da anestesia. Minha mãe chegou no quarto lá pelas 15h, e passou o dia vomitando o que comia, devido a medicação. Na manhã seguinte o médico fez uma visita e disse que na verdade a cirurgia não foi só remoção do cisto, que ocupou metade de um osso e que ocasionou um enxerto de um osso perto do joelho. A culpa toda é de uma tendinite que ela tem há anos e nunca cuidou, logo, ferrou esse tendão e mais outros dois do pé, e a cirugia acabou mexendo em nervo e artéria também. Ela saiu do hospital em alguns dias, porque continuou vomitando até cortarem quase todos os remédios. Pausa no relato dramático para comentar sobre o que fiz enquanto ficava com minha mãe no hospital vendo a dormir e vomitar. Comer comida de hospital é fácil para quem tem anos de bandejão, e dormir em espreguiçadeira também, para quem dorme até em ford ka. Enquanto minha mãe dormia, terminei de ler As You Like It, comédia de Shakespeare, que deve ser famosa mais provavelmente por causa do discurso 'all the world's a stage'(que na verdade era o lema da companhia de teatro dele, e como todos sabemos é uma expressão famosa desde os tempos de Luciano). Aliás, o personagem melancólico é o melhor, o enredo da moça cujo rei perde o reino e se veste de homem e encontra quem a ama é meio blah. Também terminei de ler A Montanha Mágica, de Thomas Mann, sobre um rapaz que vai visitar seu primo doente em uma estância nas montanhas e acaba ficando por lá, aprendendo sobre psicanálise da doença, biologia e muita discussão filosófica humanista/medievalista. Achei o fim bem triste, e mais triste ainda é ler no hospital confortavelmente deitada em uma espreguiçadeira. Rolou toda uma identificação com o Hans Castorp, além do fato de estar fazendo companhia a alguém no hospital, também sinto que minha falta de decisão na vida é disputada por Settembrini(Herr Rennó e Mlle Torlay) e Nafta(tio Dos Santos).
Voltando ao relato dramático, fomos alugar cadeira de rodas. Já em casa, esse domicílio gigante e imensamente confortável, a cadeira mal passa pelas portas, e em alguns cômodos nem entra. Já tiramos várias lascas das paredes e toda hora minha mãe faz cara de preocupação porque acha que estamos estragando a cadeira alugada. Também somos muito bons em serviços domésticos: sempre tem louça na pia, ninguém está passando roupas e o arroz fica sem tempero. Um dia, de troco, provavelmente, minha mãe viu uma mosca no peru e disse que se quiséssemos continuar comendo tudo bem, mas ela não queria mais. No dia seguinte, larvas infestavam a carne no prato do meu pai(ECA). Agora minha mãe está aceitando alguma faxineira/cuidadora ou qualquer coisa assim, mas já chamamos três e todas estão nos enrolando? Como diria minha mãe, na minha época as pessoas gostavam de trabalhar. Bem, é isso, minha vida não tem sido muito além de ver se mamãe precisa de alguma coisa + ficar brava porque ela quer fazer as coisas sozinha + coisas de casa + internet no tempo livre ao invés de estudar.
Bem, comprei(er, meu pai me comprou) um celular novo estilo pobre querendo ser rico, que tira foto e toca música, já que meu velhinho voltará para a verdadeira dona(a chelvis) e um par de tênis com detalhes em lilás. E é só. Volto com mais histórias cheias de suspiros, angústia e dores quando alguém comentar OUVIRAM?
Postado por M.D.O.M. às 7:46 PM 3 comentários
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domingo, 3 de janeiro de 2010
Nenhuma esperança perdida
E cá estou eu de volta da cidade cinzenta, após uma longa e emocionante semana(aham).
Festas de fim de ano são sempre a mesma coisa, parentes, presentes e comida. De vez em quando roupa nova também. É o tempo em que não sinto culpa de tomar litros de refrigerante e comer muito chocotone e carne. Além disso é a única semana em que jogo baralho até tarde também. Jogar buraco é a herança cultural da família da minha mãe. Também tenho que ouvir pessoas dizendo o quanto sou inteligente e desperdiço minha inteligência estudando(!!!!!!) quando poderia estar prestando concursos que são estáveis e pagam bem. Outra coisa sem noção é perguntarem se não canso de ler. Eles cansam de ver novela, por acaso?
Não passeei muito. Dia 27 fui ao bairro oriental comprar um presentinho pra chelvis com minha mã e minha irmã. Vimos um homem vestido com uma placa com escritos da bíblia em português e hebraico cantando em japonês, muito bizarro. Como a cidade cinzenta é a nova iorque brasileira, tinha um casal francês perdido na padaria do bairro oriental, e eu fui ajudar. Fui de tanta ajuda que confundi maçã(pomme) com batata(pomme de terre), e esqueci como era morango em francês. Se meu professor fica sabendo retira o 'excellent niveau' que me deu esse semestre. À noite montei espetinhos para o churrasco de ano novo, e não me machuquei. Em compensação, milhões de baratas saíram de uma rachadura no quintal dos meus tios, por causa da chuva. Gastaram muita vassoura e inseticida naquela noite... Na manhã seguinte, mais baratas e minha mãe e minha tia foram visitar uma tia em outra cidade. Meu tio tacou concreto na rachadura do quintal, e as baratas sumiram.
Dia 29 fui passear com a minha irmã querida. Fomos para a mais paulista das avenidas, como diriam os repórteres da rede globo. Primeiro a um cinema onde não se come pipoca(cinema de verdade, diria o sr.Pascoal) assistir a um filme alemão, Hanami, sobre um casal de idosos, seus filhos, e o que é importante na vida. Belas paisagens do Japão e algum choro. Em seguida fomos à Casa das Rosas, local belo e cheio de livros, ou seja, mais belo ainda. E igualmente caro! O salgado era sete reais, ou algo do tipo. À noite fui para a casa nova da Luty, um apartamento que ela divide com moças que não estavam lá. A ducha é tãão forte *-*! Pena que o ralo não aguenta, e acabei inundando o banheiro. Ainda bem que não tinha ninguém além de nós. No dia seguinte saí para fazer compras em um outlet da minha marca favorita e depois para acompanhar a Luty na busca de um presente para a sogra dela. Fomos para um shopping chique, onde uma loja da hstern vendia um colar liiindo por 170 mil(olha a dica hein pessoal). Assistimos A Princesa e o Sapo só para comer pipoca. É uma animação para crianças sobre princesas e sapos e amor, então nada de mais, só algumas cenas eram bem bonitas, como o sonho do restaurante e os vagalumes. Lá na área de lazer tinha um fliperama(sei lá se esse é o nome certo) de mario kart! Tinha até uma câmera que tirava foto para colocar no jogo. Pena que não deu para jogar junto, porque só tínhamos um cartão. De lá voltei de trem pra casa, quase me senti uma trabalhadora após um longo dia de labuta.
Dia 31 queimei meu dedo enquanto fazia creme pro pavê. Tinha esquecido o quanto arde! Afe, ainda bem que agora está bem melhor. E à noite comi rabanada feita pela minha tia e vi fogos, alguns muito bonitos, pareciam estrelas. Dia 1 foram poucos parentes(acho que a cada ano vai menos...) e devorei os corações de umas 50 vadias galinhas.
Para quem estava interessado(?), é isso. Volto antes da cirurgia da minha mãe.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Mas eu percorreria 500 milhas, e mais outras 500
E chegamos ao fim de mais um ano no blog! Apesar de hoje ainda ser dia 24, viajo para a cidade cinzenta amanhã de manhã e só volto em 2010.
Ficar na cidade sanduíche nunca é nada muito diferente: comida, computador, pai contando as mesmas histórias da infância e mãe reclamando do pai e da irmã. De natal ganhei dinheiro, e juntamente com a Luty(caso ela me pague) demos uma sessão no spa pra mamis e um violão pro papis. Surpresa, claro, então ouvirei mamãe reclamar eternamente que ela foi com uma roupa não arrumada a um lugar chique e papai dizendo que gastamos muito dinheiro com ele.
Terminei de ler o mangá de Tsubasa Reservoir Chronicle, e o seu irmão, XXXholic até onde foi lançado.Vocês sabem a história básica né, em TRC há várias dimensões paralelas, um mago do mal faz com que as memórias da Sakura se dissipem e guerreiros de dimensões diferentes com objetivos diferentes acabam indo atrás das penas. Desculpinha da clamp para reciclar praticamente todos os personagens de seus mangás com muitas cenas de ação e uma história MUITO maluca. Horrível. Já XXXholic é um mangá com personagens e histórias inéditas. Watanuki é um jovem colegial que de repente se vê empregado em uma loja espiritual pela bruxa Yuuko, a que deu aos viajantes de Tsubasa a capacidade de viajar pelas dimensões. Não é o melhor do clamp também, mas ao menos tem uma moral mais definida, como 'cuidado com o que deseja' ou 'não se sacrifique pelos outros pois eles se preocupam com você'. O ponto fraco é certamente a relação com o outro mangá.
Agora, comemoração dos 500 posts! Onde estávamos em:
post 1:Primeiro post na verdade é um 'nya', para testar o blog. reclamando do weblogger. Ainda tínhamos esperança de que ele voltasse à vida...(dezembro 2005)
post 23: é o post de 4 anos atrás do post passado. (dezembro 2005)
post 100: avisando que os títulos dos posts teriam música daquele dia em diante e avisando também da viagem de carnaval para o sítio do Herr Rennó. ( fevereiro 2006)
post 200: eu reclamando do calor do inverno e das coisas que queria ter feito e precisava fazer. Nada mudou... (setembro 2006)
post 300: bondencontro num recanto fora da cidade, um dos últimos, provavelmente. (fevereiro 2007)
post 400: post longo, com direito até a dolls e respostas aos comentários. Inclui festas de família, problemas hidráulicos e memória celular. (abril 2008)
Bem, além disso, gostaria de perguntar aos fiéis leitores quais os posts favoritos de vocês(se é que lembram de algum) ou algum teste que eu fiz, ou história minha sem noção.
A retrospectiva de 2009 é: indecisão-solia-mahjong-mestradoq-idiomas-internet-internet-internet-solia-plantsvszombies-timemanagementgames-indecisão-solia. Além disso emagreci, mas vou voltar a engordar tudo de novo em 2010, porque exercícios são coisas muito chatas, ou são legais e fodem meu pulso. Li Proust e me apaixonei, e recomendo a todos. Odiei ainda mais a humanidade, mas mesmo assim conheci muitas pessoas, algumas legais. Fui chamada de emo, esnobe e bonita. Amadureci, estudei, mas nunca o suficiente, e não é porque me cobro demais. Continuei a mesma em muitas coisas ruins também, e me dói pensar que serei assim para sempre e que talvez não queira mesmo mudar, não importa quantos anos passem e quantos posts pessimistas eu escreva.
Bem, não gosto de medir em anos bons ou ruins, mas espero que em 2010 eu resolva o que fazer da vida e faça direito. Aos leitores, que tenham uma boa vida, e decidam comentar em todos os posts.
Postado por M.D.O.M. às 5:00 PM 2 comentários
terça-feira, 16 de junho de 2009
Matrimônio, matrimônio, isso é lá com Santo Antônio
Aproveitando a minha dor de cabeça, que tal um post no blog?
Nesse feriado fui para a cidadessanduíche comer e dormir descansar e ver a família. Não fiz nada de útil, como sempre, mas estou com vontade de contar.
Sábado fomos a uma exposição de dinossauros que está tendo no cinema da estrada. Primeiro achei que era brinks, porque mew, como assim o nome científico do dinossauro é baurusuchus salgadoensis? Mas depois o MCDM foi perguntar o deus google e ele disse que uma criança na década de 80 que descobriu a ossada na cidade. Mas no fim era tudo pra vender bichos de pelúcia de dinossauro. Pena que não tinha de velociraptor, se não eu comprava.
Em casa fizemos fondue com um aparelho pobre e ganhado em bingo, tanto que a cerâmica queimou. Quer dizer, achamos que tinha queimado, mas era só fuligem, e dá para usar novamente. Se bem que eu duvido um bocado que meus pais vão fazer só pros dois...
O bolo de Santo Antônio da paróquia estava tão gostoso... e ninguém em casa achou medalhinha ou imagem do santo, embora certas pessoas coflutycof quisessem de todo o jeito, ahahaha!
Já na cidade dos ventos, assisti ao mais famoso filme de suspense de todos os tempos, Psicose. Achei que a cena do chuveiro era o ápice do filme, mas que nada, é só o começo! A música é realmente assustadora, do começo ao fim. Não tenho certeza, mas deve ser também o primeiro filme a focar no aspecto psicológico(ou melhor, o primeiro a fazer isso muito bem) do assassino(dã, se chama psicose né). A gente acha que é uma coisa, e daí, OH! É algo mais complicado e assustador. Gostei bastante, apesar de ter me dado dor de cabeça até agora...
Aproveitando a falta de assunto do post, vou divagar sobre um dos meus milhares de passatempos internéticos: distributedproofreaders(eu ia colocar link, mas tá fora do ar agora). Não lembro se já falei dele no blog(o vinho acabou com minha memória, como diria o tio Dos Santos), mas acho que ninguém liga se eu repetir. O project gutenberg vocês conhecem, é o que disponibiliza na internet textos de domínio público. Mas como ele transforma livros de papel em textos digitados? Via dp! Primeiro uma máquina 'lê' o livro e transforma em textos, porém, há livros antigos demais, ou com uma fonte diferente, e ela pode ler errado. E é aí que entram os voluntários, comparando uma página com a outra, corrigindo, eliminando números de página, &c. Se eu não me engano tem umas 4 fases até o 'smooth reading', que é quando uma pessoa lê o livro como lazer, para ver se acha algum erro, e depois ele é disponiblizado. Eu acho divertido ficar caçando erros da máquina nos textos... uma vez peguei um texto em alemão até, mas nem devia, porque as correções feitas pelos revisores vem com comentários no idioma do texto. Além disso tem uns textos em português antigo, e eu adoooro ficar comparando com o atual, de quais palavras a grafia está diferente, como se usava tal expressão, essas coisas de gente nerd maluca. Chega agora né! Até algum dia, leitores!
Postado por M.D.O.M. às 10:51 AM 3 comentários
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sábado, 28 de fevereiro de 2009
Só estou te envenenando, não vou te esfaquear
Último post do mês, após dias de preguiça.
Sexta-feira fui para a cidade do sanduíche, não sem antes ser tocada por Lady Murphy. Saí cedo de casa, porque minha mãe sempre diz que as coisas podem dar errado. E não é que a praga dela pegou? Já no terminal eu decidi esperar pelo ônibus vindouro, porque o que estava lá estava muito cheio e eu queria ir sentada com a mala. Esperei, e fiquei calmamente sentada no ônibus ouvindo música.E não é que o maldito quebra? E lá vamos nós andar com as malas(na chuva) para esperar outro ônibus (na chuva). O primeiro que passou estava hiper lotado, o motorista nem queria abrir. Nesse foram os que não tinham malas. Espera mais vinte minutos, passa outro, igualmente lotado. Mesmo assim eu e mais um infeliz com mala de rodinha conseguimos ir nos degraus. Claro que eu poderia discorrer sobre o fato de não querer pegar um ônibus lotado e terminar em outro mais lotado ainda, mas nem vou. Não agiria de outro modo...
Em casa nem tive muito tempo de terminar de ler o livro ou passar o dia na internet, porque minhas tias da capital foram fazer uma visita. E aí vocês sabem, né, comer-dormir-jogar baralho o dia todo. Na quarta, quando não tínhamos mais visitas, fui ao centro com minha mamis. No centro há uma rua comercial em cuja rua não passa carro, só nas transversais, porque ela é toda feita de lojas e para pessoas caroçarem. Pois bem, lá estávamos vendo vestidos indianos(porque minha mãe gosta, claro) quando um tio de bicicleta fala 'dá licença' e completa com 'calçada é para passar, não para ficar parado'. Se estivéssemos ocupando toda a calçada tudo bem, mas porque ele não passou pelo espaço enooooorme entre os dois quarteirões de lojas? Minha mãe, que também não é fácil, disse que calçada não era lugar de bicicleta, o que irritou ainda mais o homem, que nos mandou voltar para a China, ou para o Japão.
De volta à cidade dos ventos, assisti Milk com a Chelvis. Muito bom o filme sobre o primeiro político gay assumido dos Estados Unidos. No começo ele não gostava de ativismo nem nada, mas acabou se tornando representante da comunidade e irritou muita gente, até ser assassinado e se tornar um mártir. Bem, vejam o filme, gostei muito dele, claro que no fim tem um certo drama para induzir a chorar, mas vale bastante a pena. Interessante mesmo é discutir sobre como isso aconteceu há apenas 30 anos... quanta gente enrustida cheia de ódio! É triste...
Por falar em coisas tristes de filmes, assisti La Maison des Petits Cubes, curta de animação vencedor do oscar, indicação da Josei. Não entendo muito de animação, mas acho que foi feito em 2D, e tem daqueles efeitos das coisas se mexendo sabe, como se não fosse desenhado igual em todos os frames. Belo filme mudo sobre uma cidade em que a chuva obriga os moradores a fazerem novas casas no alto de suas casas, que são cada vez menores. Pode ser tudo uma metáfora, a chuva sendo o tempo, o tamanho das casas se referir ao quanto de vida que sobra/que se tem, ou não, tenho achado meio chato explicar metáforas esses tempos. Assistam e vejam que não é só de anime que se vive no Japão.
Estou há tempos querendo fazer um especial que não tem nada de 'querido diário' e, aproveitando a minha empolgação em digitar hoje, lá vou eu! Hoje temos o especial 'top 10 coisas de cinema que eu queria fazer'
10- Ficar presa na porta automática dos bancos
Ok, é idiota. Mas parece tão divertido... tipo cena de chaves. Mas nunca tive coragem, infelizmente.
9- Subir escada rolante descendente e descer escada rolante ascendente
A-ha! Isso eu fiz! E no shopping chique daqui, ainda! Em uma das vezes umas moças ficaram olhando feio, e na outra eu estava indo pro lado errado e o carinha da loja deixou eu fazer isso para não ter que dar uma volta muito grande. É divertido, mas dói bastante a perna.
8- Ser admirada por aqueles que me desprezavam
Tipo filme de nerd, ou moça que sempre foi bonita e ninguém percebia. É o tipo de coisa que eu não deveria admitir que seria legal que acontecesse, mas que seria, seria.
7- Descobrir algum segredo muito louco de família
Hm, feito. Parece coisa de filme mesmo, mas não posso falar mais que isso.
6- Aprender coisas do nada, como cantar, dançar, ou lutar
Vão dizer que nunca quiseram isso também? Em duas semanas descubro que nasci para cantar/dançar/lutar e me torno rica e famosa sem esforço.
5- Ser ameaçada pelo governo ou apenas grandemente injustiçada
Parece idiota isso, querer coisa ruim. Mas não é pelo fato em si, é que supostamente as pessoas ameaçadas pelo governo/grandemente injustiçadas dos filmes fazem algo de muito grande e especial.
4- Ficar preso em mercado/shopping
Tipo filme de terror/suspense, em que a energia acaba ou há algum desastre natural lá fora e as pessoas precisam passar a noite onde elas estão.
3- Fazer algum trabalho braçal em períodos de guerra
Para que estudantes de grego em períodos de guerra mundial? Todos precisam fabricar armas para soldados, ou plantar comida, ou tramar revolução.
2- Ficar muito doente e depois ficar bem
Esse é o tipo de pensamento de gente emo: 'se eu ficar doente de verdade vou descobrir quem gosta de mim'. Mas tem que ficar bom em breve né, ninguém quer morrer.
1- Salvar a vida de alguém de modo perigoso mas não muito
E quem não quer ser herói? Pode ser num atropelamento onde não aconteça nada pior que quebrar a perna, ou num incêndio de onde não se saia queimado. O que importa é dizer que não foi nada, e sair andando e colhendo a gratidão dos outros.
Fim de post, volto quando terminar a tradução... quer dizer, volto antes, beem antes...
Postado por M.D.O.M. às 3:50 PM 3 comentários
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sábado, 14 de fevereiro de 2009
É possível a qualquer hora e em qualquer lugar, mesmo sem dinheiro
Aproveitando minha indisposição para ir à academia hoje com o dia de sol que fará hoje e finalmente vai me permitir lavar roupas, decidi postar de novo.
Nessa semana ficamos sabendo que o reajuste do aluguel aqui de casa ia ser uns 100 reais, o que obviamente não nos agradou. Então pedimos à imobiliária que perguntasse ao proprietário se ele poderia deixar de cobrar o reajuste. No meio tempo fomos a outra imobiliária e descobrimos um apartamento cujo aluguel era menor que o nosso, mas não era mobiliado. E é claro que a vaga surgiu antes de sabermos se iam reajustar aqui ou não. Entre contas e raciocínios decidimos agir como duas pessoas adultas, maduras e responsáveis: ligamos para os nossos pais para saber o que fazer. Os pais da Chelvis estavam trabalhando, claro, mas vejam o belo diálogo que tive com meu pai:
- Alô, pai? Coloca o aparelho no ouvido que eu quero conversar.
- Hein? Não precisa, estou ouvindo.
- Então pai, parece que o aluguel vai subir.
- QUE?
- O ALUGUEL PAI, VAI SUBIR(caps lock indicando volume e não agressividade).
- Então pague!
- NÃO PAI, ENTÃO EU E A CHELVIS ESTÁVAMOS PENSANDO EM VER OUTRA CASA, SÓ QUE ELA NÃO É MOBILIADA.
- Então mude!
- MAS O QUE O SENHOR ACHA MELHOR?
- Você que sabe, filha. O que você achar melhor.
No fim o aluguel não vai ser reajustado, então ficaremos aqui mesmo.
Ontem assisti 'Sim senhor', o filme novo do Jim Carrey. Vendo o filme me lembrei de um livro da minha infância, na verdade um livro que a Luty tinha que ler, mas que eu li também. Como eu era nerd desde a infância eu lia os meus livros da escola e os que a Luty tinha que ler também. Mas enfim, eu divago. O que eu ia dizer é que o filme é igual ao livro, só que, hm, mais escrachado. No livro, um menino não é lá muito feliz, até que um mágico ou alguma coisa assim diz que o segredo da vida é dizer 'xis'(ou seja, sorrir). Então ele sai dizendo x e fazendo amigos, até que ele sorri quando a professora está dando bronca, e descobre assim que é para sorrir, mas nem sempre. Então, o filme é igual ao livro, só que com humor mais adulto. A parte em que o Jim Carrey canta 'Jumper' do third eye blind é legal, assim como a banda Munchausen by proxy.
Por fim, meus desejos de feliz dia de são Valentim para vocês:esse é do meez.com.
na verdade dia 15 é dia do Santo Esqueleto, o vilão do He-man! Viva o ódio >:U
Postado por M.D.O.M. às 10:33 AM 1 comentários
sábado, 3 de janeiro de 2009
E se eu sonhar vai ser que você é rosa, verde, branco, azul, cinza e claro
Mas que blog abandonado... poucas visitas, nenhum comentário... mas não vou desistir, caros e fiéis leitores.
Minha viagem à cidade cinzenta foi como é todos os anos, uma quebra na rotina absurda. Dias de acordar tarde, dormir à tarde, comer demais, jogar baralho até tarde, não ler... até fiz coisas inimagináveis como tomar uma taça de champanhe(coisa que não vou repetir porque o gosto é horrível) e tirar a sobrancelha(só deixei minha mãe tirar porque ela queria testar a pinça com luz que ganhou). As pessoas acham que estou brincando, mas certamente as comidas são o melhor de tudo. Não que eu queira matar todos os meus parentes, mas sabem como é, encontro de família é aquela coisa, todo mundo com emprego, namorado, sabendo tudo de novela e futebol e achando você um et por não ser assim. Além disso, no ano novo uma parte da família não foi e o filho do meu primo ficou sem ter com quem brincar. Sobrou pra quem? Isso mesmo, para a prima mais nova da família. E lá vou eu brincar de gogo's crazy bones, espião, ninja egípcio gelado e correr de um lado para o outro. O pior de tudo ainda foi ouvir 'ela leva jeito com criança né' 'é, ela tem paciência' 'podia ser professora' . Sério gentes. Eu, professora de criança? Prefiro que me arranquem as unhas com alicate.
E também nesses dias de fazer nada fiquei pensando na vida, é claro. Mas não do jeito depreciativo que me é comum, não se preocupem. Tava pensando em como a gente muda sem saber... assim, de verdade, não como tudo muda no mundo como uma onda no mar. Na minha juventude eu me achava tão esperta e dona dos segredos do mundo, como se tudo tivesse uma explicação racional capaz de ser obtida por mim através de pouco esforço mental. Mas quanto mais o tempo passa mais eu vejo que nada faz sentido e que eu não sei de nada, e que nunca vou saber de nada, especialmente por ser essa menina preguiçosa, pouco esforçada, que tem de tudo e reclama que não tem nada. E então eu penso que eu deveria mudar, mas só o dever não era suficiente, mas Kant não ia saber, porque ele era muito disciplinado. O que é querer de verdade? E enquanto eu penso o tempo passa e já é 2009, e enquanto eu enrolo todo mundo acha que eu estava me dedicando ao que eu deveria e enquanto eu tiro A sem estudar eu não sei se vou me esforçar mais. Bem, mas daí que fazer sentido é luxo para poucos, e é melhor eu voltar para o fazer nada antes que eu comece a ter vontade de fazer alguma coisa.
Postado por M.D.O.M. às 4:43 PM 3 comentários
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Os descrentes vão comer terra e os crentes vão cuspir no túmulo
É povo. Tenho que contar as coisas desde quando? Desde sexta da semana passada, hm, ok.
Sexta fui para a cidade-sanduíche principalmente para resolver um assunto aí, mas é claro que tudo ficou na mesma.
Sábado eu fui com a mamis comprar roupa para a formatura da prima que vai se formar em medicina e é o orgulho da família. Entramos em duas lojas mas foi mais que o suficiente para me cansar. Comprei o primeiro vestido que coube em mim. Mentira, foi o segundo, porque o primeiro era 2,5 mais caro.
Domingo fiz permanente no cabelo e agora ele está enrolado e fede quando molha(por causa das químicas viu).
Nesse fim de semana ensinei a mamis a usar o msn. Quer dizer, ensinar é o verbo errado, porque implica que ela aprendeu. Tentei ensinar a mamis a usar o msn. Como eu disse, mamis e a internet é igual a Luty e a culinária, precisa ter muuuuita paciência para ensinar. Eu ainda anotei tudo num bloquinho, indicando qual botão do mouse precisa ser clicado e como desligar o pc, com desenhos e tudo o mais, mas ela disse que não entendeu a minha letra ¬¬. Terça ela foi tentar fazer tudo sozinha, mas esqueceu que precisa conectar na internet antes de iniciar o programa, não achou a minha janela de conversação, tentou conversar no 'digite mensagem pessoal' e ainda conseguiu bloquear a Luty(não me perguntem como, e agora eu já desbloqueei). Inclusão digital para terceira idade é um grande desafio ok.
Hoje depois do almoço eu e a Chelvis fomos ver lugares para morar. Confirmamos o que já sabíamos, que tudo aqui no bairro nobre é muito caro. Além disso os putos das imobiliárias falaram que quase não tem lugar mais, que as pessoas estão procurando em dezembro, blá³.
Depois fomos ao cinema assistir O Sobrevivente com a perspicaz tia Blétis. Ela disse que o filme começava 18h, mas na verdade era só 18h20. Ela fez isso porque sabia que a Chelvis ia chegar em cima da hora hehehe! Bem, o filme é do Werner Herzog(não confundir com vladimir herzog), baseado num documentário dele, mas não é nada über alternativo modernoso e cult. Bem, cult não dá prá saber, mas numa visão superficial o filme parece um filme comum de guerra. Na guerra do Vietnã, um piloto é abatido e fica preso com outros americanos e tailandeses que estão lá há tempos e perderam as esperanças. Ele consegue bolar um plano para fugir, passa por poucas e boas na floresta, persiste e consegue(daí o título do filme né). Na vida real o cara teve outros 4 acidentes aéreos mas morreu dum troço no cérebro em 2001. Então o filme é uma glorificação da guerra? O cara é um herói? Vietcongues malditos que maltratam os americanos inocentes? Nah! O filme mostra com bastante realismo o que os caras passam, e como vão ficando doidos no cárcere. O protagonista só consegue se salvar graças à sua vontade de viver(sempre lembro de schops quando escrevo isso)... no fim, quando perguntam se ele sobreviveu pela fé em deus ou no país ele só diz que precisa comer um bife. Não tem grandes explosões ou muito sangue, é mais a tensão da espera da salvação. Mais um filme que me faz pensar em como as gentes podem achar guerras legais ou como os políticos têm que ser muito desumanos para iniciarem uma.
Postado por M.D.O.M. às 11:34 PM 4 comentários
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domingo, 13 de maio de 2007
Minha mãe me abraçou enquanto estive fora?
E cá estou eu de volta com mais um post über emocionante na cidade- sanduíche- quente- como- o- inferno.
Sexta-feira foi um ida muito mole. Queria ter acordado cedo e estudar, mas fiquei só enrolando. Durante a monitoria queria ler, mas nem aconteceu também. E não fui para a aula de latim para não perder a carona, mas o tiozinho só apareceu lá depois que a Chel tinha voltado da aula ¬¬!
Ah, antes preciso contar como sou idiota, ou simplesmente desatenta, ou os dois. Era para eu ter devolvido meus livros na quarta, mas esqueci. Pior, ia devolver um já na quarta, mas acabei deixando nas mesas sem ter registrado. Ainda bem que ando com pessoas de inteligência prática, como a Chel. Ela falou para entrar com os livros na sexta, procurar o livro lá dentro e sair devolvendo todos. Fiz isso e estou com multa até o fim de maio...
Quando voltei da unipunk entrei na net e vi o msn da irmã 'cozinhando' e 'achou as flores achou a casa'... o que estaria ela cozinhando? Porque ela precisaria dar indicações de casa? E porque a festa de aniversário dela seria na casa da Merash? Bem, passei a viagem de ida dormindo, como sempre, e ao chegar em casa vejo minha mamis arrumada. Porque ela se arrumou? Para me receber? Claaaro que não caríssimos leitores. Adentrando a casa tudo então faz sentido: a festa de aniversário da mala da Luty estava sendo em casa, com yakisoba e balões rosas. Agora vocês se perguntam, porque ela não me falou que ia ser lá? É claro que ela conhece a mim e a minha anti-sociabilidade mas por favor, eu moro naquela casa! Para onde eu poderia ir para fugir da festa???? Sobre o evento em si, não há muito que dizer. Comeu-se e bebeu-se bem, e o povo ficou em casa até umas 2h.
No sábado só morguei, mas pelo menos li um livrinho deveras interessante sobre o riso na filosofia.
Hoje mamis nos acordou para irmos almoçar, porque ela não queria pegar o restaurante lotado. Demos os presentes e depois mamis até provou o maiô, tomara que agora ela decida fazer hidroginástica.
Agora... bem, só espero que em Zefir esteja frio.
Postado por M.D.O.M. às 4:54 PM 3 comentários
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quarta-feira, 2 de maio de 2007
Essa vai para aquele que amo
É como disse a Habibah(XD), nada como uma enquete para esquecer das contingências sub-lunares...
Tatuagem? Não e não faria.
Piercing? Não, mas colocaria alguns sim.
Ama tanto alguém que seria capaz de chorar? Se eu choro até com filme...
Você teve alguma fratura? Só torção.
Pepsi ou coca-cola? Pepsi, só porque é da pepsi.
Tipos de bebidas? leite com chocolate! Hm, quer dizer... caldo de cana e sucos em geral.
Nomes que você acha bonito: Ahn... quase nenhum XD! Quando era criança achava Melissa bonito.
Cor de roupa íntima favorita: Tanto faz, sendo confortável...
Numero do calçado: 37
Número favorito: 7, acho.
Tipo de música: Boa. XD
Cor Favorita? Laranja, roxo ou dourado(super discreta eu)
Como te vê no futuro? Qual deles? Bem, em todos eu me dou bem na vida.
Namorado? Hein?
Amigos especiais? Todos são(rá!).
Comida preferida? Hm... açúcar e seus derivados.
Bandas/Artistas preferidas? Tantas... segundo o lastfm são: yoko kanno,abba, gogol bordello, flaiming lips.
Qual a primeira coisa que você pensa quando acorda? Estou atrasada! Que horas são?????
Loiros, morenos ou ruivos? Mas é cada pergunta hein?
Se pudesse ser outra pessoa quem seria? Ghandi.
Esporte preferido? Nenhum. Mas queria saber como é marcha atlética...
Tímida ou extrovertida? Tímida.
Hobbie? Jogar isketch.
Gostaria de ganhar o que no seu niver? Livros!!!!!
Paixões? Grego clássico, fotografia.
Doce ou salgado? Doce.
Acredita que um amor pode durar eternamente? É como dizem, ele é eterno enquanto dura, se é que ele existe.
Condutora ou conduzida? Conduzida.
Último lugar que você gritou? Em casa, com a minha irmã.
O que faz quando está aborrecido(a)? Jogo alguma coisa.
Amigo que vive mais longe? Acho que os no Japão.
Hora de ir pra cama? Quando der sono. Varia de 22h a 10h.
Evento preferido? Evento? Ai, que genérico... quando chove, pode ser?
3 Desejos: - Sossego
- Ânimo para escrever
- Que meus pais se mudem para cá XD
Infiel num namoro? Não, nunca, como poderia?
Qual foi o teu pior erro? Pô, já foram tantos...
O que é amizade pra você? Interesse e afinidade. Ahn, quer dizer, respeito e afinidade.
É viciada em algo? Dizem que sou viciada em chocolate e jogos.
Qual foi o melhor e o pior dia de sua vida? Acho que ainda não foi.
Você se considera ciumento(a)? E como!
Nada de muito emocionante para contar do feriado. Só que segunda fizemos um programa über família. Fomos ao cinema assistir 300 e depois fomos no peixe frito comer o rodízio de peixe frito. Eu preciso estudar! Socorro!
Postado por M.D.O.M. às 8:51 PM 3 comentários
sábado, 31 de março de 2007
É impossível te ignorar!
Pessoas, há muito tempo que não posto! Logo, já me esqueci de muita coisa que aconteceu nesses últimos dias. Mas qual é o problema? Até parece que alguém está interessado...
Bem, terça-feira terminei de ler Wonder Boys, o livro que deu origem ao filme. Como sempre, o livro é muito melhor. Muitas coisas do livro não estão no filme, como a síndrome da meia-noite dos escritores, como a maconha fez o Grady escrever 2600 páginas de nada, a visita à família judia da esposa que adotou três coreanos, essas coisas.
Na mesma terça-feira recebi a visita da minha mamis e da Luty! \o/ À noite jantamos até doerem as barrigas e na quarta almoçamos juntas na feirinha. Depois eu fui para a monitoria e para a casa ler e elas foram para a casa do meu tio. Na quinta almoçamos juntas mais a tia esposa do tio, e eu ganhei um ovo de páscoa de sonho de valsa! À noite elas foram embora.
Na sexta lá estava eu quase dormindo no exame de sangue quando recebo uma mensagem da Chel 'Vc já tomou vacina pra caxumba?'. Ligo para ela e descubro que a unicamping está com um surto de caxumba, e até a Guidon(que mora com a Thá) pegou. Eita vida bizarra! E lá vamos nós, eu, Chel e Sandman tomar a vacina na área médica. Rá! O Sandman tem medo de agulha, huauhauhuauah! Mas essa daí não doeu nada. Em seguida almoçamos por lá e descobrimos que um outro nome para o miolo de alcatra é paillard.
Bem, como estávamos lááá longe cheguei atrasada na monitoria, o que quer dizer que já tinha gente lá me esperando.
À noite, a Jayna liga, e percebo que estou rodeada de pessoas sem noção. Primeiro a Chel fala prá Babi que o C3po chamou ela de bêbada e esqueceu o nome dela, aí a Jayna me diz que falou pro Mephisto que os dois amigos da facul que andam com ele são gays... isso é coisa que a gente só comenta nos bastidores né! Ah, já que tocamos no assunto, semana passada, no metrô, vi um grupo de rapazes com cara de mau e fiquei, como dizem nos livros antigos, ressabiada. Aí eles entraram rebolando e um tinha a tatuagem na perna 'L'essentiel est invisible aux yeux'. Aí relaxei , afinal, quem tatua uma frase do Pequeno Príncipe(e ainda por cima en français) não tem como ser algum tipo de bandido que vai matar todos no metrô(sabem que eu imagino mais esse tipo de cena do que algum tipo de roubo de bolsa).
Sábado, como sempre, é dia de lavar roupa, fazer comida e estudar algum idioma. Aproveitei para ler coisas relativas à minha inexistente monografia de mestrado, e adivinhem só o que eu descobri? Que eu li 70 páginas de um livro que analisa a poética de Dostoievski quando tinha que estar lendo um sobre um sátiro renascentista!!! *clap clap clap* Vou inventar um prêmio para atos muito idiotas, vai se chamar Prêmio MDOM e será uma foto artística tirada por mim.
A minha cabeça está doendo... tanto que era para ser um post über gigante, mas se passaram tantos dias e tantas coisas e a preguiça aumenta a cada dia exponencialmente então fica por isso mesmo, quem quiser saber mais que fique querendo.
Esses são os meus talentos, segundo o Tickle:
Uma das profissóes sugeridas é filósofo...
Em 1990 eu não achava estudar um saco!
Postado por M.D.O.M. às 10:16 PM 3 comentários
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segunda-feira, 26 de março de 2007
Você vai ficar esperando prá sempre se for esperar a hora certa
Ahn... desde quando eu não posto mesmo? Bem, não importa.
Assisti O número 23, filme novo do Jim Carrey. A história seria de um suspense: Walter Sparrow começa a ler um livro cujo personagem se parece muito com ele, e começa a ter medo. Ah, claro, e o personagem é doido pelo número 23 e tudo parece se relacionar a isso até, bem, o final, que não é lá muuuito emocionante, mas pelo menos é para parecer um final real. O interessante é que o número 23 é realmente alvo de uma conspiração, muito cultuada pelos discordianos(Hail, Eris!). Também comi as amêndoas do bávaro doido, não sabia que eram tão gostosas.
Domingo teve a missa do segundo ano de morte da vó. Gravei toda a missa com a câmera, mas acho que não dá para ouvir a monja/madre/muié falando. Como sempre, à missa seguiu-se uma grande comilança, se bem que eu nem comi muito, já que tinha comido um pão na casa da tia e fandangos no ônibus.
De lá fomos eu a Luty para o Memorial da América Latina encontrarmos a Phanie para ver a exposição do Botero. Descobrimos que ele ainda está vivo(e tem a idade do papis!) e que a exposição era sobre a violência na Colômbia. Botero ainda desenha pessoas gordas e o quadro que mais gostei foi o da Igreja caindo, porque ele é todo torto e dá uma sensação de tontura. Como sempre, erros de português! E s/ é sobre, não sem. Então fomos dar uma passadinha no resto do memorial, para saber como era. No Pavilhão da Criatividade estava anunciada uma exposição de apetrechos de festas populares, todos nada organizados, só jogados lá no espaço. Gostei da roupa de Maracatu e do boi bumbá... gosto de coisas bem coloridas! Mais para trás(ou frente, ou depois) havia uma exposição da arte dos latinoamericanos, desde o México até o Peru. Eu gostei dos candelabros über trabalhados dos mexicanos e dos talheres com chifres dos peruanos. Tirei muitas fotas lá, huauhhuahuahua!
Já em Zefir, ó vida! Uma infestação de formigas apareceu no meu quarto, e não é por causa dos doces que andei comendo por aqui. Quando fui estender as roupas, mal pude ficar com os dois pés no chão, de taaanta formiga. Nem sei como a gata conseguiu comer com as formigas andando pelo corpo dela! Ugh! No meu quarto a Chelvis passou sbp e limpou depois, e lá fora a Carolpsita disse que tinha uns troços que espantavam inseto e que ia trazer.
Acho que por ora é só.
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
Molhado como um anjo
Bem pessoas, não que minhas férias tenham se tornado emocionantes, mas voltei para mais um interessantíssimo post.
Li A Scanner Darkly, do Philip Dick(sim, o mesmo do 'do androids...'). É um livro muito doido!!!!!! De um modo superficial, alguém poderia dizer que é sobre drógras e seus efeitos, mas não é panfletário. O próprio autor diz que o livro não tinha uma moral, mas à maneira das tragédias gregas(sic), era só uma relação de causa e consequência. No fim tem uma moralzinha né, que culpa nem tanto os usuários mas muito quem ganha dinheiro de verdade com isso. Tem até crítica à coca-cola lá hehehe! Enfim, apesar do meu comentário horrível o livro vale a pena sim pessoas, recomendo que leiam.
Ontem eu estava no pc e minha mãe na cozinha. Ela me chamou porque estava ouvindo um zzz vindo do armário. Eu não ouvi nada, e até insinuei que era coisa da cabeça dela. Pois bem, não é que à noite eu começo a ouvir um zzzz? Até que de manhã eu abri a janela e o bicho saiu voando(era um marimbondo, acho).
Ontem também fui tentar tirar foto de fotologger, tipo as que minha irmã tira o tempo todo. Fiquei na frente do ventilador, tirei os óculos e vai flash na minha cara. Quando eu olho as fotos, :O! Estou IGUALZINHA à minha personagem de Second Life!!!!!!!!!!111!11um Vou apagar aquele jogo do demo do meu pc.
Postado por M.D.O.M. às 10:16 PM 4 comentários
sábado, 3 de fevereiro de 2007
O que importa é ouvir a voz que vem do coração
Pois é pessoas, ainda estou com preguiça, mas postarei. Se vocês me perguntarem sobre alguma coisa que eu tenha feito de emocionante nos últimos dias não me lembrarei, por isso o post de hoje é completamente dedicado à colação de grau da minha irmã querida Luty!!!!1111!!!111!
A solenidade começava às 9h, mas a Lu tinha que estar lá às 8h, porque é da comissão de formatura e estava com as becas. Mas aí, claro que papis tinha que ficar cantando no banheiro e nosso portão estar quebrado(opa, outro tópico para post) e acabamos chegando um pouco depois. O anfiteatro da unéspi estava com cadeiras encapadas, muito melhores para sentar do que aqueles banquinhos sem encosto, e fomos para o canto. Achamos que os lugares todos da frente estavam reservados para os formandos, e acabamos ficando mais no meio, o que impossibilitou que as fotos ficassem boas e irritou muito a formanda da família.
A colação começou atrasada mas pelo menos não durou muito, grande parte graças ao tiozinho microfone que falava muuuito rápido. Em compensação, o discurso do patrono parece que durou séculos! Ele fez uma associação muito doida: falou do Santo Agostinho e de sua conversão, depois do Amir Klink e aí da música do Oswaldo Montenegro, Lua e Flor. E chegou à conclusão de que os formandos tinham uma rede, que era sua carreira&c e que o mar era a humanidade, e que eles tinham que usar sua rede a serviço do mar!!!!!!111!!111um Isso para no fim ele dizer que o importante é ser feliz... w00t!
Aí a Luty tinha mais coisas para resolver, porque é uma integrante da comissão de formatura e depois de alguns mal- entendidos fomos almoçar. Quer dizer, gostaríamos de, mas o papis preferiu antes passar no supermercado sorriso para comprar ahn...óleo de cozinha.
Almoçamos no restaurante japonês chique e voltamos para casa, para dormir. Mas eu não estou dormindo, caros leitores!!! Só para trazer a vocês mais informações imperdíveis e emocionantes da minha interessantíssima vida!!!!!!1111!111!111umumum
Desempolguemo-nos, agora trataremos de um assunto menos ahn... sei lá. Não sei se eu já falei disso no blog, mas a casa aqui na cidade-sanduíche está caindo aos pedaços(literalmente), assim como o carro e os donos. Nessa última semana, um dia à noite a Luty me disse que o portão não estava fechando direito e aí eu sonhei que estávamos saindo de casa e aí vinham uns meninos do outro lado da rua e um policial na nossa calçada. Ele falou para os meninos pararem, e como eles não pararam ele começou a atirar. Enquanto isso eu tentava fechar o portão, mas ele parecia estranhamente quebrado. No dia seguinte descubro que o portão realmente quebrara, mas não de um modo estranho: ele enferrujou lá entre o portão e o outro lado do portão(o.O). Ainda não foi consertado, paliativamente colocaram uma corrente lá.
E é isso aí.
Postado por M.D.O.M. às 3:47 PM 3 comentários
sábado, 27 de janeiro de 2007
Agora sou sua cor desconhecida
É realmente verdade que quanto menos se faz menos se quer fazer. Os últimos dias foram preenchidos com muito fazer nada. Transantonte tentei transformar minha calça jeans numa bermuda com bolsos e descobri que a costura é uma arte para poucos. Primeiro para cortar, saiu tudo torto -_-'... daí na hora de fazer barra a linha ficou em ziguezague e um lado ficou visivelmente maior que o outro. Então tive que desfazer e minha mãe refez. E ela fez os bolsos sozinha também...
Aí nesses outros dias devo ter feito alguma coisa, mas esqueci, logo, não era verdade. Só me lembro que as madrugadas estavam quentes, ao contrário das anteriores.
Ontem foi a colação de grau da Emony, lá no auditório da faculdade dela. Fui de carona com a Nathy Pathy e o Jrocker. E toda colação é um saco né, e essa então que fomos sem jantar e estava quente pacas! E ainda eram quatro turmas, e cada uma tinha seu paraninfo e orador... bem, na saída a Emony disse que a família dela ia para um restaurante japonês chique daqui e ia pagar prá gente e tudo o mais, mas a Pathy tinha marcado com um ómi e falou que ia ser a única não-japonesa, blá³ e acabou não indo mas disse que buscava a gente lá. Mas aí descobre-se que o restaurante chique e reservado fechou, porque já era tarde, e tivemos que ir para outro restaurante japonês menos chique perto dali. E nessa hora e Emony já estava irritada, ela é meio assim, uma coisa não dá certo ela fica cheia de manha e fala que não quer mais, mas pelo menos melhorou depois do suco de maracujá. Lá eu comi filé mignon com brócolis e um molho estranho mas bom, e na volta nem precisamos da pecadora tratante, porque as tias da formanda coincidentemente moram perto de onde nós dois moramos(mas cada uma em um canto da cidade).
Acordei há 13h, mas já estou com sono. Ô vida!
Postado por M.D.O.M. às 2:44 AM 2 comentários
terça-feira, 16 de janeiro de 2007
Mas se eu tô triste eu tiro os óculos, não vejo ninguém
É caros leitores que duvidam que eu ainda tenha algum tipo de regulamentação moral, voltei.
Ontem passeei no centro com a mamis, e descobri que exames de sangue custam muuuito caro. Depois fomos à oftalmologista, onde fiz a cirurgia a laser da retina do olho direito. Saindo de lá, fomos ao mercado, na incrível busca por comidas sem açúcar e no supermercado do estado vimos uma mosca sobrevoando as carnes dentro do troço de vidro! Eca!!!!
Hershey's de brigadeiro é ruim, doce demais. E olha que para eu falar que algo é doce demais tem que realmente ser insuportável... aquele de caramelo com chocolate também é muito doce! Bom mesmo é do chocolate branco com cookies!!! A minha teoria é a de que herscheys é uma marca estadunidense, e lá eles devem gostar de coisas muito doces, o que explicaria o fato de eles serem obesos...
Está bem, está bem, paro por aqui.
Postado por M.D.O.M. às 12:33 AM 3 comentários
