É triste como as coisas mudam, mas nunca para melhor. Como o blog, por exemplo, tão abandonado e eu sempre dando desculpas por esquecer de atualizar...
sábado, 14 de novembro de 2009
Viu, mas não escreveu
Postado por M.D.O.M. às 11:09 AM 4 comentários
Labels: bonde, coisas da net, eventos, filmes
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Mas mamãe não quer deixar
Aeeee! Voltei em uma semana! \o\ /o/
Quarta-feira passada também não fui para o alemão. Saí da aula, fiquei no ponto esperando o único ônibus e... e... ele passou do outro lado da rua! Fala sério! Fiquei puta e decidi voltar pra casa... e então... ele passou do meu lado da rua! Que raiva de mim mesma ¬.¬ !
Semana passada acabaram as temporadas de Lost e House, e essa semana acaba American Idol, o que me deixará órfã de séries e com menos opções para procrastinar. Falando nisso, vou deixar o post maior ainda falando sobre as demais séries que eu assisto. São três: Lie to Me, the Mentalist e The Listener. São todas meio parecidas, sobre uma pessoa com um talento/poder e que ajudam a polícia a investigar assassinatos/sequestros. Lie to Me é sobre um psiquiatra/psicólogo(?) que estuda as emoções demonstradas em microexpressões faciais, The Mentalist sobre um homem que se dizia leitor de mentes e médium até sua família ser morta e The Listener é sobre um rapaz que ouve e vê os pensamentos dos outros de verdade. Eles geralmente resolvem tudo sozinhos também, o que me deixa meio brava às vezes. Os EUA devem estar realmente descrentes da polícia para essas séries fazerem sucesso.
Terminei de ler Adventures of Huckleberry Finn. Não sei porque várias bibliotecas baniram esse livro alegando ser racista. Primeiro que o contexto histórico do livro tem que ser levado em conta e segundo que o livro é sobre os dois protagonistas procurando a liberdade e desenvolvendo uma grande amizade. Enfim, resumo básico: o pai do Huckleberry Finn volta pra cidade após descobrir que seu filho ganhou muito dinheiro. Como ele é o pai, o dinheiro pertence a ele, e ele fica enchendo a cara e batendo no filho, motivando este a forjar sua morte e fugir pelo rio. Logo no começo do livro ele encontra Jim, escravo que também está fugindo, por ter ouvido falar que ia ser vendido. Seu plano é ir para alguma cidade livre, arranjar um emprego e levar a família. Então a dupla do barulho segue tendo altas aventuras! De interessante no livro há o conflito de Huck, porque ele sabe que os negros não são gente(sic), mas se afeiçoa ao amigo e não quer denunciá-lo, achei bonitinho quando ele diz que se for assim que ele vá pro inferno, mas não vai vender o Jim. Uma parte engraçada é quando Tom Sawyer aparece e diz que vai ajudar o Huck a salvar o Jim, mas na verdade ele vai criando dificuldades, porque se não iria ficar muito fácil e o nome deles não ia entrar na história, como de muitos prisioneiros famosos, e o Huck acha que isso não serve pra nada. E então Tom Sawyer fica bravo e diz que ele não sabe de nada, porque tem que fazer tudo igual aos livros.
No fim de semana só passeei, se é que essa é a forma verbal correta. Sábado almocei no apartamento da A-lien, tipo um almoço de inauguração do lugar. Comemos muita massa e depois jogamos Wii. Fiquei por lá jogando até dar o horário da apresentação da Lu. Chegamos lá, compramos o convite e ficamos espremidos numa salinha até poder entrar no teatro, que era só um quarto maior. Pelo menos todos os menos que 30 lugares foram ocupados. Haha, usei um símbolo de menor, cortou o post e esqueci o que tinha escrito. Mas a apresentação foi aquelas coisas né, tecnicamente ruim(luz/som), palhaços fazendo coisas meh... mas não é que minha irmã dá pra palhaço?(rááá) Eu ia postar o video dela aqui, mas e se ela não gostar? Se bem que do jeito que é aparecida vai querer... vou deixar para vocês escolherem.
Domingo fui ao planetário com pessoas estranhas músicos, mas só boiei em 1/3 das conversas. Lá tem uma rua com 'lápides'(?) de astrônomos famosos e um salão enfeitado por cartazes em diversas línguas com um vidro que torna muito difícil tirar fotos. Na sala ao lado da sala de videos tem uma exposição de tudo, desde um vaso estilo grego que no início achamos que devia ser sobre a musa astronomia mas no fim era sobre 'fontes'(?) passando por minérios da terra e até uma miniatura de um avião da british airways e uma nave do star trek. O caminho até o telescópio é iluminado só por luzes vermelhas, e fiquei morrendo de medo de tropeçar. O astrônomo simpático ficou contando histórias de estrelas, mas nada tão assim interessante para eu contar aqui. Interessante mesmo era a lanterninha com a qual ele apontava pras estrelas e que ilumina 5km! Eu quero uma dessas de aniversário! Ah sim, uma coisa triste que ele falou foi que em 4 anos não vai dar mais para ver o vômito de Hércules a via Láctea do observatório por causa da iluminação das cidades, que segundo ele iluminam mais o céu do que o chão. Muito lindo ver o céu de lá *-* Pena que não sai em foto! E pena também que não tiraram a câmera de quem ficou tirando foto com flash >:U! Pelo telescópio vi Saturno e Alfa do Centauro, e... pareciam figurinhas mesmo! Quer dizer, Saturno parecia figurinha, a estrela parecia só... uma estrela. E eu podia jurar que com lente nada ia ficar embaçado, mas as luzes ainda tem um tipo de aura em volta. De lá fomos comer pão na casa do Malcom X, que mora em Golfinhos. Ele é uma pessoa legal porque gosta de tomar leite com toddy de colher. Não que eu conheça alguém que faça isso, muito menos faço o mesmo, claro.
Vou tentar atualizar os links do blog mais tarde... ou não.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Vou te mandar um cartão postal com três clichês diligentes
Preparados para mais um post semanal? Mais fácil colocar o blog nos feeds do que ficar entrando todo dia... quer dizer, ninguém entra todo dia em busca dos meus maravilhosos escritos, exceto os que procuram por nomes chiques no google.
Bem, no fim de semana comemoramos o níver da Phanie na lanchonete que serve o sanduíche com o nome da cidade. O aniversário era dela, mas ela que entregou presentes a todas, da viagem que ela fez ao Japão em julho. Eu ganhei uma árvore com Totoro *-* e ímãs de geladeira de =)!!! Além disso, ela fez escala em Amsterdã, e adivinhem só o que ela trouxe de lá 8-). Sim, isso mesmo, um pirulito de cannabis sativa(supostamente), que tinha gosto de mato e não deixou nenhuma de nós (mais) doida. E estávamos nós sentadas do lado de fora, trocando presentes e aproveitando a brisa fresca, quando começou a tempestade, que quase fez a energia de lá cair e jogou pó nos nossos olhos. Quando eu e a Lu chegamos em casa a energia tinha acabado há algum tempo e minha mãe nos recebeu com velas. Mas a energia voltou logo, de madrugada.
Nessa semana terminei de ler Frankenstein de Mary Shelley, um clássico que só li para a aula mesmo. Mas eu gostei bastante! Claro que com a explicação do prof entendi bem melhor, mas enfim. Resumidamente, é uma narrativa rocambole que começa com Walton, que deseja navegar até o Pólo Norte para achar o ponto magnético da terra, contando à sua irmã como encontrou Frankenstein(que apesar do nome é italiano) e como este último contou-lhe sobre sua monstruosa invenção. No meio da narrativa do Frank ainda tem a história de como sua criatura educou-se e virou do mal. Dá pra discorrer muitas horas sobre o livro, então vou só contar o que foi dito na aula de interessante. Primeiro, o contexto histórico: revolução industrial inglesa, invidualismo e produção em massa provocam o surgimento da chamada literatura fantástica e seus monstros e tabus superados pela psicanálise(ponto discutível). O professor falou que as descrições da natureza usadas no livro(que são uma inovação) servem para evocar o sublime(esse sentimento meio avassalador de que você é um nada mortal) e para contrastar com a descrição da vil criatura. No colóquio Rousseau tinha uma apresentação sobre o filófoso e o livro e, apesar de não ter visto, creio poder explicar a semelhança... do meu jeito. A criatura, assim como Rousseau, ama a humanidade, mas não recebe amor de volta(por motivos diferentes, claro) e decide então vingar-se. Rousseau, na análise psicanalítica(não briga comigo Léo) de Starobinski, pela sua inabilidade social, decide se afastar da sociedade para provar seu valor. No livro, quando criador e criatura discutem, o último diz que vai se afastar da sociedade e morar na américa do sul(XD), porém o doutor diz não acreditar nisso, porque ele vai querer voltar e vai exigir o amor dos homens, e vai se revoltar uma vez mais por não ter obtido. Não achei assustador, mas na época devia ter sido bastante.
E fiiiiinalmente terminei o segundo livro da... heptalogia(?) Em Busca do Tempo Perdido. Esse volume se chama "À sombra das Raparigas em Flor" e fala justamente das paixões adolescentes do protagonista. Primeiro com Gilberta, a filha do Swann(o do primeiro volume, lembram?), e depois com todas as garotas do grupinho de Balbec, nas férias de verão. Pode não parecer um tema lá muito interessante para ocupar 420 páginas, mas Proust não ganhou toda a fama à toa. A visão dele dos amores de adolescente não é como se ele estivesse vivendo os de novo, ele é bem lúcido e explicativo em suas considerações. E com isso eu quero dizer que ele não é nada romântico. Por exemplo, ele sabe que o amor é mais idealização do que algo de verdade, e que quanto mais conhecemos a pessoa vamos trocando as informações ideais imaginadas pelas verdadeiras, que são sempre menos interessantes. Claro que com isso ele não quer dizer que o sentimento não era verdadeiro, ele só tenta justificar porque tomou essa ou aquela atitude. Por exemplo, em Balbec, quando ele está em dúvida sobre qual das meninas ele gosta(na verdade ele gosta de todas as raparigas em flor), primeiro ele pensa que tem que ser Albertina, mas quando Gisela se junta a eles por um momento e depois deve ir embora, ele acredita que ela o ama e que é recíproco, e que eles ficarão juntos e terão juras de amor, mas quando ele perde o trem para despedir-se dela, volta suas atenções para Albertina. Mas é claro que o que mais me emocionou foi a parte da Gilberta. Primeiro ele a vê e já se apaixona, depois consegue ser amigo dela e por fim, depois de uma briga muito pequena, decide se afastar ao invés de pedir desculpas, para ver se ela vai sentir falta dele e assumir que sempre o amou. Ela sente falta da amizade dele, mas ele continua bancando o difícil, achando que assim vai se valorizar aos olhos dela, até vê-la na rua com outro homem e se decepcionar. Ficou um resumo bem resumido, mas as divagações dele sobre como um dia ela vai dizer que o amava e ele vai dizer que a amava também me pareceram bem familiares são muito bonitas. Ainda bem que os primeiros amores passam.
Postado por M.D.O.M. às 9:47 PM 4 comentários
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terça-feira, 26 de agosto de 2008
Esses pensamentos na minha cabeça não são meus
E lá passamos nós mais uma semana sem postar. Mas também, nada de especial: ler, estudar, jogar, ler de novo, dormir, &c.
Mas, em compensação, o fim de semana foi cheio de agitação para essa galera esperta que lê o blog e sempre se mete em altas confusões!
Ou não.
Bem, já na ida para a cidade-sanduíche grandes emoções: o carro começou a fazer um barulho estranho e decidiram parar no acostamento para ver o que era. Por sorte estávamos perto de um telefone da estrada, desses que tem de 2 em 2 km. O atendimento veio incrivelmente rápido: o rapaz disse que parecia ser a válvula, e que era melhor não arriscar. Por mais sorte ainda estávamos perto de um posto de estrada, e de lá o motorista acionou o seguro, que chamou o guincho para levar o carro e um táxi para levar os demais passageiros. E como Lady Murphy é mãe, esqueci meu celular em Zefir e quase matei minha família do coração.
Sábado chegou a televisão que eu e a Luty compramos de presente para o nosso papis. Obviamente ele reclamou do tamanho, como se desse para comprarmos uma tv maior u_u...
À noite ocorreu mais um bondencontro, dessa vez com a expectativa em breve frustrada da vinda de Tachona. Fizemos tacos e burritos com chili, guacamole, e a Phanie fez um macarrão gelado gostoso. De sobremesa, frutas e sorvetes. E ainda ficamos mostrando fotos e conseguimos ver mais de 1000 fotos da viagem de julho da Phanie. Mas a parte mais legal foram os preparativos da comilança. Lá estava eu cortando tomate em cubinhos, toda feliz e eficiente, quando chega a Luty: "mas porque está cortando com a faca pequena? Tem um monte de faca grande! E que lerdeza! Sai daí que eu vou cortar como chef!" e me tirou da cadeira para se exibir. Primeiro que ela descobriu que tomate é mais mole que pepino e era mais difícil para cortar, e segundo que a A-lien chegou e eu fui atender a porta e, na volta, descubro que a Chef cortou o dedo com a faca grande. E ainda ficou toda: 'AIMEUDEUSCORTEIMEUDEDOTÁSANGRANDOVOUMORRER'. Pois é amiguinhos, com essa aprendemos que deus e o diabo castigam quem tenta se exibir por coisas vãs.
Segunda-feira à tarde, na internet, um dia como os outros. Daí Monsieur Rennó começa a conversar e, fofoca vai, fofoca vem, me pergunta sobre a bolsa de mestrado: 'Ah Léo, tentei me cadastrar no site mas nem consigo' 'Já tentou ligar?' 'Ligar, por telefone? Nossa, nem tinha pensado nisso!' e lá vou eu ligar pronta pra xingar a tudo e a todos pelo atraso todo só pra negar a bolsa. "Tu... tu... tu... (cinco minutos depois) Alô? - Oi, estou ligando para saber sobre um pedido de bolsa...- qual o número? - xxxxxx - Hm, m.d.o.m.? Já recebeu a confirmação por correio? - sim, isso eu recebi faz tempo - então, só mandar de volta pra cá assinado - Q peraí, como assim? - você não recebeu a confirmação? - Sim, de que vocês receberam o projeto. - Não, a confirmação da bolsa! - QQQQQQ COMO ASSIM EU CONSEGUI? - Sim, a confirmação foi enviada na sexta blá blá burocrático por nada tchau. Pois é, caros leitores... agora chega de enrolação, é hora de estudar com tudo ò_Ó!!!!! E comprar livros com o dinheiro da bolsa *-*
Tive um sonho meio enigmático também na segunda, nada a ver com bolsas de mestrado. Estávamos eu e Luty numa loja misto de utilidades domésticas e coisas de anime, com filmes passando em telas e uns bottons de metal sendo vendidos a poucos centavos. De repente, aparece o dono, Braulio Stafora(dono do blog muito macho ali do lado)!!!! E ele disse que as pessoas estavam procurando por acessórios de death note, mas ele não tinha isso lá. Em compensação ele tinha botas com pasta. Assim, era um par de botas com uma pasta para colocar coisa acoplado. Fiquei meio assim com o sonho por dois motivos: é a primeira vez que sonho com o tio Stafora: geralmente sonho com as pessoas da minha família ou da faculdade... raramente sonho com as amigas que sempre encontro, quanto mais com pessoas que eu quase nunca encontro; e aquelas botas com a pasta do lado não me saem da mente! Tanto que fiz um desenho de como elas eram no sonho:
Vou patentear essa invenção.
E eu ia falar do livro do Boécio. Mas ele nem foi tão divertido, e para vocês a discussão do livro enquanto representante da sátira menipéia ou não não deve fazer sentido nem ser interessante, então paro por aqui.
Mentira! Deixa eu falar do header novo! Assim, tô prometendo há tempos uma imagem do gato nova. E eu tinha tirado a foto, só que não posso alterar aqui em Zefir porque não tenho photoshop(e não sei apagar antenas de telhados com paint). Aí da outra vez tinha esquecido de mandar a foto pro meu e-mail. Dessa vez eu lembrei e montei um header novo, só que esse colorido ficou tão legal(e gay) que vou deixar por um tempo. Agora sim acabou, podem comentar.
Postado por M.D.O.M. às 8:48 AM 6 comentários
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segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Você não precisa estar certo sempre
E no fim de semana fui para a cidade-sanduíche, comer, dormir e dar o presente de dia dos pais. Todo ano meu pai pede a mesma coisa: chinelos magnéticos. Mal demos o pacote ele já foi jogando pra longe o par antigo.
Sábado à noite foi dia de Bondencontro, com a presença de quase todas: claro que a Tachona não foi, apesar de ter sido quem propôs que nos encontrássemos. Conversamos, comemos, &c, mas é claro que a lei de murphy não me poupou(esses dias encontrei o Monsieur Rennó, e ele disse que eu sou enrolada e culpo o acaso. Não discordo muito dele...). Estava chovendo, mas não muito forte quando fomos para o ponto de ônibus, eu e Luty. E, de repente, cai o mundo sobre nós. Já completamente molhadas, voltamos para casa trocar de roupas. E eu, que sempre levo uma calça a mais e nunca uso não levei dessa vez e tive que ir de saia e salto u__u.
Quinta-feira assisti os dois filmes que encerraram o festival de cinema japonês contemporâneo da unipunk, Ninguém Pode Saber e Tekkon Kinkreet. Ninguém pode saber ganhou a palma de ouro pela atuação do menino mais velho que precisa cuidar dos seus irmãos quando a mãe, uma doida que nem deixa eles irem à escola, encontra um novo namorado e sai de casa, mandando dinheiro beeem de vez em quando. Além de ficar com raiva da mãe, ficamos com dó do garoto, que tem que cuidar dos três irmãos mais novos, administrar as contas da casa e ser uma criança normal, que tem suas necessidades de fazer amigos e se divertir. O filme tem aquele ritmo japonês lento, tem só um momento de música induzindo a choro, na parte mais dramática do filme mesmo. Vale a pena, assistam.
O outro filme é uma animação baseada num mangá que se chama Preto e Branco, o nome dos dois protagonistas. Tekkon Kinkreet é um trocadilho com Tekkin Concrete- concreto reforçado, segundo a Wikipedia. Tem uma hora que o Branco fala como o concreto é alguma coisa que eu esqueci agora, mas dava um efeito poético. Mas voltando à história do filme, é sobre dois amigos(Preto e Branco, com personalidades distintas como seus nomes) que moram nas ruas e cuidam das coisas da cidade dele até que uns gângsters aparecem e eles vão cuidar disso. Mas, como sempre, a sinopse básica engana. Primeiro que eles são muito fortes e praticamente voam, e o filme tem bastante sangue. Segundo que apesar disso o filme não é especialmente de ação ou aventura, mas sim sobre o relacionamento entre os personagens, e a possibilidade de amar em tempos de guerra urbana. Além disso a animação é muito boa, gostei demais da parte do sonho do Branco.
Terminei de jogar um dos episódios de Sam&Max! Segundo o 40>o, Sam&Max era um jogo 2D policial cômico de ir clicando nas coisas e descobrindo as pistas que caiu com a moda do 3D. A versão 3D não deu certo e eles decidiram ir lançando em episódios porque sairia mais barato. Eu joguei o episódio 104, Abe Lincoln must die. Além do Sam, o cachorro vestido de detetive e Max, o coelho psicopata terrivelmente divertido, todos os personagens podem falar coisas non-sense e engraçadas, se o jogador escolher isso. E tem as piadas sutis(?), como o presidente marionete, o governador ex-ator de tv, o pseudo-russo da loja de conveniência paranóico, &c. Tudo bem que eu travei umas duas vezes no jogo e tive que pedir a ajuda do tio Dos Santos, mas o resto eu pensei sozinha e me achei muito esperta por isso. Quero jogar o resto, eventualmente.
Sexta-feira o marcante foi ter deixado a máquina fotográfica cair no chão e com isso ferrar o canhão da lente e ter que mandar para a assistência.
Ah, finalmente terminei de ler Utopia, de Thomas Morus. Além de ser um grande clássico da literatura ele está na bibliografia secundária de uma das disciplinas que estou fazendo esse semestre. Todos vocês sabem do que ele fala né, o autor conta que encontrou um cara viajado pelo mundo que começou a contar sobre um país maravilhoso chamado Utopia onde tudo dá certo e todos respeitam a lei. Mas é obviamente uma desculpa para o Sr.Morus expor como devia ser o Estado ideal e criticar a ambição dos nobres e poderosos, inaugurando o socialismo e o comunismo(seja lá qual for a diferença entre eles, que eu já esqueci). Vocês também sabem que utopus vem do grego e quer dizer não-lugar(mas não é grega, ela foi cunhada por ele) e essa obra inaugurou o gênero utópico(se é que existe um, isso é controverso). Uma coisa que eu achei interessante é quando ele fala dos que descumprem a lei, que viram escravos e trabalham pro Estado. Pois bem, eles fazem o escravos utilizarem colares e anéis, tirando todo o status das pedras raras para que a população não sinta vontade de ter jóias e se mostrar por isso. E isso me lembrou o que eu estava lendo na Consolação da Filosofia, do Boécio, a Filosofia está tentando dizer ao Boécio que ser exilado não quer dizer que perdeu tudo, porque o dinheiro e o ouro são coisas que não têm valor em si: tanto que só notamos seu valor quando nos desfazemos deles.
E já que estamos falando de livros e o post vai ficar gigante e vocês vão poder ler aos poucos porque provavelmente vou demorar a voltar aqui e agora mesmo ninguém deve estar prestando atenção la la la la vamos falar da Bienal do Livro.
Ah não, antes disso teve o sábado passado à noite, eu, a Chel, a Blétis e o amigo da Chel, o... o... er, vamos chamá-lo de atleta de Tai chi. Fomos ao lugar que tem nome de bar, mas as pessoas vão mais para comer que para beber. O coquetel de frutas sem álcool que eu sempre peço tá tão mais caro, mas ele é tão gostoso *-*! E o escondidinho continua uma delícia, nham nham!
E agora, a bienal. Fomos eu, Chelvis e Blétis para a cidade cinzenta na manhã do domingo atrás de livros e livros. Foi fácil chegar, porque tem um ônibus fazendo o translado do povo da rodoviária até o local do evento. Tava cheio de gente, principalmente famílias sem ter o que fazer. Os estandes não estavam tão lotados, só os de auto-ajuda eheheh! E, nossa, como tinha estande de livro de auto-ajuda ou religioso! Além dos de comida no meio e até um da bovespa. Mas o mais cômico foi certamente o dos livrinhos de banca tipo Sabrina, os romances melosos que são todos iguais e em todos a mocinha ama e sofre. O cenário era de um castelo, e os vendedores estavam fantasiados de princesa, noiva, vampiro... e tinham até uma promoção, responda porque precisa de romance em sua vida. Eu e a tia Blétis morremos de rir, a Chel até ficou meio constrangida por rirmos na cara deles. Pena que minha câmera está na assistência, não pude tirar boas fotos disso. Nem do Ziraldo! Nem da turma da mônica, ou do cocoricó, ou dos backyardigans. E encontramos lá a A-lien e o Sephirot, que no dia anterior estavam na cidade-sanduíche.
A parte boa foram as promoções de alguns estandes e os estandes de livros internacionais *-* comprei tanta coisa com bons preços! E até comprei livros pro mestrado, olha que boa estudante eu sou que não compra só clássicos da literatura para se divertir. Voltamos com os pés doendo de tanto andar(e isso que só demos uma volta!) e com as costas doendo de carregar livro, mas é claro que valeu a pena. Agora so falta sair do computador e ir lá ler.
Postado por M.D.O.M. às 12:29 PM 4 comentários
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Eu vou errar e vai ser de propósito
Tá, faz mais de uma semana que eu não posto, e não vou me explicar por isso. Nem vou escrever um super post, tô com sono demais prá isso. Mas vieram aqui para saber as últimas da minha maisquemocionante vida, então aí vai.
Nesse fim de semana foi o baile de formatura da A-lien. O Bonde todo foi menos obviamente a Tachona, que é uma senhora casada e com 3 filhos, ops, gatos. Foi bastante divertido, comi uns 5 tipos de queijo diferentes ao mesmo tempo, tomei coquetel(sem álcool né gentes) de kiwi com uva e um de morango com hortelã e eles estavam muito bons, aliás, tinha até suco de caixinha lá. O tema era discoteca, e na entrada tinha foto pop art dos formandos(ok, isso não é discoteca) e um globo enorrrrme, com o qual eu tirei foto no final. Tinha também daqueles troços de colocar a cara e tirar foto, alguém sabe o nome? Só que era no John Travolta. Não tocou muito axé, embora meia-hora de funk tenha sido demais prá mim. A Luty tá velhacaquéticacaindoaospedaços tava cansada e quase dormiu lá, e eu voltei com a A-lien e o Sephirot só no fim da festa mesmo, quando já estavam desmontando as coisas.
Ah, na viagem de ida o ônibus foi parado por uns quinze minutos na estrada, e os cachorros cheiraram nossas malas, porque dia desses foram com 2kg de cocaína para a cidade-sanduíche e então estavam verificando todos os ônibus.
E daí que eu como vou dar aula de francês I esse semestre, passei o mês estagiando com meu prof, que chamaremos aqui de Maomé. Eu e uma loira peituda(desculpa mas é o que me vem à mente pode chamar de pervertida) moça simpática que eu nunca tinha visto antes e que vamos chamar de Geógrafa. Fevereiro foi o mês do intensivo, e lá fomos nós toda noite anotar o que o prof fala. Mas é claro que o pior não é isso, o pior é ter que dar pedaços de aula... e com o professor olhando! Obviamente fiquei nervosa, insegura, falei baixo e o Maomé reparou, disse que não era para eu ficar com medo de errar, que eu tinha um excelente conhecimento, blá³, mas enfim, tenho que encarar a verdade: tenho medo de gentes. E eu preciso superar isso e me tornar uma boa professora. Mas não prometo nada. Eu tinha prometido prá mim mesma que ia terminar o projeto antes do mês terminar e olha só... bem, nem olhem.
Eu disse que não ia escrever muito e escrevi. Descumprirei outra coisa que eu disse acima: não postei porque estava esperando acumular notícias, e depois fiquei com preguiça. Mas postei hoje, meus miguxos, não se desesperem.
-> é mesmo tia Blétis, eu tinha preparado um super post sobre o Senhor das Moscas, incluindo uma parte que eu dizia que todo Jack era idiota, mas que era só isso de Lost que tinha a ver, mas e a preguiça né?
Postado por M.D.O.M. às 10:19 PM 2 comentários
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quarta-feira, 21 de novembro de 2007
e da mesma forma como tenho certeza/ que não estou sonhando afinal/ eu fico e sonho um pouco mais
Sábado teve bondencontro com 2/3 do bonde na doceria que tem uma torta de sorvete muito boa mas que eu não pude comer por causa da tosse persistente. A A-lien disse para eu tomar cuidado, porque como diria a propaganda tosse com catarro por mais de uma semana pode ser tuberculose. Ainda bem que estou melhorando.
Terça-feira estávamos eu e mamis no táxi prá rodoviária, e dessa vez pegamos um que gostava de falar. Até aí normal né, mas como dizem as meninas bizarras, a cidade-sanduíche é bizarrelândia, e o cara começou a falar do nada 'mas, cês viram naquele lugar lá... é... na áfrica, perto da Rússia?' e a minha mãe 'q/' e ele 'é... lá onde morreu três milhão de pessoa com o ventaral! Que coisa não?' e minha mamis ainda 'q/' mas aí eu me toquei que ele estava falando dos três mil que morreram com o ciclone em Bangladesh. Bem, pelo menos ele não errou o caminho...
E hoje conversei com o meu amado&idolatrado desorientador sobre a pós-graduação, e foi legal, ele me passou o skype dele até hihihihi, vocês sabem que eu só rio de brinks, mal consigo olhar nos olhos dele quanto mais falar pela hebecam. Mas então, ele me aconselhou a não fazer sânscrito semestre que vem, disse que uma língua moderna seria mais útil. Ele me assustou também, além dos livros que lançou esse ano já traduziu mais coisa o.O
Mas o mais importante do que ele me falou é a paixão pela coisa, basicamente. Ele me disse algo que eu sabia no começo mas acabei esquecendo: quando a gente se envolve nas traduções, é algo muito empolgante(ele disse que a gente tem contato com as Idéias, mas vamos pular a parte platônica), porque enquanto fazemos isso nos distanciamos dos problemas do dia-a-dia, aqueles em que quanto mais a gente pensa menos resolve. E é isso aí. Passei o semestre só pensando e me lamentando, espero que não seja tarde demais para voltar a estudar. De qualquer modo, vou tentar.
Postado por M.D.O.M. às 6:43 PM 3 comentários
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
Ele pode se balançar de uma teia? Não, ele é um porco!
Olááá pessoal! Cá estou eu para mais notícias da minha muito emocionante e originalnyo vida.
Segunda-feira fui assistir os Simpsons com a Chel e a Julypolux. Muito legal!!!! Minha parte favorita, depois do porco-aranha, claaaaaaro é quando o Cargill responde ao guarda que disse 'Minha nossa, o senhor enlouqueceu com o poder!' 'Mas é claro que enlouqueci com o poder, já tentou enlouquecer sem o poder, ninguém presta atenção em você!'. De lá fomos visitar a casa da tia Blétis, um apartamento bem legal que ela divide com a Severina, a gata ferrada.
Terça-feira... fui comprar a passagem de ônibus para a cidade-sanduíche. No fim nem precisava ter ido antes, o ônibus foi bem vazio(se bem que é claro que se eu fosse comprar na hora não ia ter mais).
Quinta-feira fiz nada de dia e à noite fui encontrar com o bonde num restaurante chinês para o festival do rolinho primavera. Dica: rolinho primavera de calabresa com catupiry não combina com molho agridoce. E marcamos para sexta de saber o que realmente aconteceu com a Tachão!!!!
Sexta à tarde fomos nós 4(a bbb estava em mudas) de carro com a Phanie dirigindo. E no meio do caminho fomos pensando 'mas se ela já está casada não mora mais com a mãe... onde ela pode estar? Ahhhhh mas o pai dela comprou o terreno do lado da casa! Deve estar lá!' e chegando na alameda florida onde ela mora, não é que tinha uma casa muito chique na esquina onde era o bar????? Fomos tocar lá direto no interfone. Quer dizer, a Phanie foi e daí quando a Tachona abriu a porta ficou ainda mais surpresa por ver todas nós. Aí entramos. E ela ficou agindo na maior naturalidade, como se fosse há duas semanas e não dois anos que não nos falamos. Mostrou a casa(que é chique), as fotos do noivado e do casamento e disse que não poderia sair com a gente porque tinha um aniversário à noite *cofmentiracof*.
Então de lá fomos para a sorveteria de sorvetes artesanais muito bons... e só.
Hoje: cinema!
Postado por M.D.O.M. às 10:51 PM 3 comentários
sexta-feira, 6 de abril de 2007
Olá pessoas! Pois é, sinto que minhas aventuras são impublicáveis por serem emocionantes demais ou por serem de menos...
Na viagem de volta choveu em alguma parte do caminho e eu vi relâmpagos de muito perto. É assustador! Pior que isso só o tiozinho que deu carona gostar de falar e eu não poder ter dormido.
Ontem à noite tivemos mais um Bondencontro, no café do francisco. Hm, como pão italiano é bom... muito bom... nha, pão italiano... quer dizer, correu tudo bem, sabe-se lá como arranjamos assunto para conversarmos até meia noite e a soda italiana de amora é muito boa.
Ah, finalmente assisti Babel, o filme elogiado e criticado por muitos. Não achei grandes coisas não. Tenta fazer lá sua crítica aos EUA mas no fim, é, o fim, tudo meio estereotipado, apesar do diretor latino. E antes que a Luty pergunte, não chorei, nem foi assim emocionante.
Estou viciada em Cake Mania. Vi uma vez um anúncio no yahoo, achei legalzinho e fui baixar. Agora estou obcecada! Só parei para postar porque perdi uma vida lá. É um jogo bem bobinho: você tem que fazer bolos para os clientes, e perde uma vida quando não conseque dinheiro suficiente. E dá para comprar equipamentos melhores, uma tv para distrair os clientes, coberturas mais caras... espero terminá-lo até domingo.
Gentem, e as buscas que vêm parar aqui no blog? Dessa vez foram coisas bizarras! Tipo 'resumo do livro v da república de Platão' e 'site de letras de músicas ucranianas' e 'quadras sobre pêsames(nojo)'. E tem também a pessoa que por dois dias seguidos procurou pelo blog da Phanie. E muitas outras, ams agora já cansei de escrever.
terça-feira, 20 de fevereiro de 2007
Pode até me faltar o amor, isso eu até acho graça
Olá pessoas... estou tãããão animada o quanto é possível uma pessoa menstruada, morrendo de calor e a uma semana de voltar para Zefir e notar que não estudou nada nas férias. Mas tudo bem, o post de hoje é sobre coisas felizes.
Domingo o semi-falecido Bonde do Tachão foi ao semi-falecido Recanto Rahanoshi, peculiar opção de saída com parquinho, árvores, churrasqueira, derivados do milho e videokê. Claaaaaro que fomos lá para cantar! Depois de tomar um sorvete, claro. Cantamos(as 4) o sol, mamma mia e i wanna hold your hand, e a JennyPhanie cantou sozinha uma música japonesa porque ela é a cantora com curso de canto do grupo. Nossa, e o povo lá só canta umas músicas assim, de uma qualidade duvidosa... exceto os tios que ficaram cantando TODAS as marchinhas de carnaval da pasta. E enquanto estávamos escolhendo, o tio que cuida de lá perguntou porque estávamos demorando muito e falamos que queríamos alguma música mais animada e então ele perguntou se não gostávamos de sertanejo... o.O
Bem, ontem, depois de muitos telefonemas decidiu-se ir à sorveteria que tem o meu nome às 20h30, porque vai que lá fecha cedo, e a A-lien depois ainda ia sair e ver o namorado &c,&c. Chegamos, pedimos sucos&crepes de pão de queijo, e conversa vai, conversa vem, meu nada nervoso Cunhado liga e nos avisa que já está tarde, tipo, meia-noite! o.O
E então voltamos. Com fome, nham...
Postado por M.D.O.M. às 12:20 AM 4 comentários
