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terça-feira, 11 de maio de 2010

Quando será a minha vez?

Já estava planejando começar o post cheia de mimimi, mas parece que vocês leram minha mente e não deixaram o post vazio de comentários. De qualquer modo, já estou com o remédio em mãos e o post será apenas sobre... entretenimento.

Primeiro a série Drop Dead Diva, de apenas treze episódios e que eu acho que não chegou a passar aqui. Uma modelo estereotípica morre e volta no corpo de uma advogada gorda e inteligente, que por acaso trabalha com seu namorado(ex, já que ela morreu). É uma comédia com direito no meio, com alguns casos que parecem impossíveis, mas que são solucionados com a inteligência que restou da advogada e a inocência da modelo. Tem alguns coadjuvantes muito bons, como a modelo que continua sendo sua amiga, o anjo da guarda e a assistente sarcástica e eficiente. Parece que vai ter uma segunda temporada esse ano, eu recomendo.
Assisti a alguns filmes também. Date Night é uma comédia tipo sessão da tarde com algumas piadas engraçadas, mas que não salvam o filme. Homem de Ferro 2 é legalzinho, embora eu não tenha assistido ao primeiro e nem lido os quadrinhos. A trilha sonora é boa... mas o roteiro é bem sem graça: antiherói age de seu jeito peculiar, quase estraga tudo mas no fim salva o mundo e beija a namorada. E claro, já assisti ao filme novo da Alice. E tá bom que minha memória para alguns livros não é boa, mas o filme não parece nenhum dos dois, ficou muito... são e quase político.
Bem, aproveitando o espaço, meu mais novo vício, apresentado a mim pela Jayna, é o looklet.com(vide widget ao lado). Ficar vestindo as modelos com roupas chiques é o que há.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Faça todo seu corpo falar

Você só percebe que está há muito tempo sem postar quando acha que o comentário novo é alguém pedindo por novidades, mas no fim é só um spam.
Mas então, o resto dos meus dias nas terras nobres da cidade dos ventos não teve nada de muito memorável, além, é claro, do meu pc ter voltado intacto e feliz da assistência técnica, pronto para gerar uma dissertação de mestrado.
Na minha sessão cinema assisti Amor Sem Escalas(nome horrível) e Nine. O primeiro é muito bom, apesar de eu não gostar de comédias românticas. É bom porque achei que balanceou bem os assuntos, fala de compromissos e relacionamentos mas também sobre consequências emocionais do desemprego. A melhor parte, é claro, é a falta de final 'feliz'. Nine é um musical inspirado pelo 8 1/2 do Fellini. Como não sou cult o suficiente não saberia comparar, mas até que algumas músicas são empolgantes. O filme em si é sobre um diretor de cinema enfrentando as consequências de uma vida um tanto desregrada e suas memórias das mulheres de sua vida(que aparecem cantando).
Já na cidade sanduíche, assisti ao melhor reality show de.todos.os.tempos. RuPaul's Drag Race é America's Next Top Model elevado ao próximo nível. Tem o desafio do episódio, e a prova eliminatória ao invés de foto temos aqui produção drag com algum tema, como Oprah ou roupas de brechó ou do patrocinador. Quem fica entre as duas últimas tem que dublar alguma música previamente escolhida. Como em ANTM, sempre tem uma vaca arrastada até o fim, uma vaca sem escrúpulos e drama, é claro. Está na segunda temporada nos eua.
Aqui mamis precisava dar uns ajustes no gesso do pé e o enfermeiro marcou para a segunda de carnaval. Mostrando que Lady Murphy amadrinha toda a família, chegamos lá no consultório e estava fechado. Do outro lado da rua estava um fusca, e dele saiu um senhor perguntando quem era a 'Mamis(ele disse o nome dela, claro)'. Ele era o pai do enfermeiro, que foi internado por pedras na vesícula. Tivemos então que ir atéééé o hospital fora da cidade onde mamis fez a cirurgia, só para dar o ajuste no curativo. Pelo menos conseguimos uma enfermeira para vir em casa todo dia trocar as gazes.
Enfim. Volto em breve, nem que seja para encher o blog de testes.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Estou esperando, odiando a todos

Atrasei o post, mas é tudo culpa da internet. A porcaria ficou intermitente o fim de semana inteiro, tivemos que achar o roteador e reiniciar várias vezes... o técnico da net veio, disse que não tinha certeza do que estava errado e reagendou para o dia seguinte. E claro que não apareceu. Só espero que a internet não morra de novo...

Semana passada não sei o que fiz além do usual, preciso realmente começar a anotar assuntos de posts. Ah, vi um concerto de cravo com flauta! No programa explicaram o início da música erudita como a conhecemos e, embora eu saiba que vocês tão nem aí, vou contar. De acordo com eles e com o 6, antes a música era só cantada, e então os músicos resolveram tirar as letras e para isso tiveram também que diminuir as notas, porque o canto gregoriano era composto de notas muito longas. Só que para compensar o tamanho, (e aí não entendi muito bem essa parte) começaram a fazer umas firulas com outras notas mas no mesmo acorde? Ou alguma coisa parecida. No começo era para imitar a voz humana, só de brinks, mas com o tempo foi ficando cada vez mais exibição de técnica e sons que só instrumentos fariam e tcha-nan, voilá música erudita.
No fim de semana, filmes, como sempre. Queria assistir Bastardos Inglórios com a Chel, mas ela é uma vaca e deu pra trás. Fui sozinha e cheguei atrasada, então decidi assistir outro filme antes, e acabou sendo Salve Geral, o filme brasileiro que querem indicar ao oscar. É aquelas coisas né, o rapaz classe média vai preso, tem toda aquela tragédia social das cadeias, a mãe acaba se envolvendo um pouco demais... eu gostei porque tem os dois lados, dos policiais e da sociedade e do pcc, e a Andreia Beltrão diz uma hora 'não quero ser a juíza de nada' e o filme tem esse clima mesmo.
Em seguida assisti Bastardos Inglórios, versão do Tarantino para a segunda guerra mundial. Assim como Kill Bill, é dividido em episódios, e tem mortes muito loucas, só que ao invés de sangue e membros voando, tiros, muitos tiros. O filme em si é uma grande vingança judia, desde o grupo de mercenários matadores de nazistas, até a operação Kino. As atuações estão realmente boas e eu invejo o Christopher Waltz por ele falar tão bem 4 línguas. Claro que não há grande dilemas de guerra, há uma e outra espetada sobre algum assunto, com muito humor, claro. Eu achei muito divertido, e adoro diálogos, cuja duração foi bastante criticada. Vejam! Não é a obra-prima, mas é Tarantino.
E em tempos de não-braço, assisti True Blood, as duas temporadas. Meldels, como odeio aquela protagonista! Nem sei como aguentei ver duas temporadas de uma série cuja protagonista é uma idiota completa. Ah sei, porque tinha muito sexo e homens pelados! Quer dizer, a série tem uma premissa boa de falar de preconceito e tudo o mais, mas no fim o que conta é isso, sexo. Falando nisso, taí um dos motivos para eu odiar a tal Sookie Stackhouse! Como ela é telepata, ficou até os 25 anos virgem porque sempre lia os pensamentos sujos dos homens. Mas o primeiro que ela não ouve ela já diz que ama e dá pra ele assim que pode, mas onde que isso quer dizer que ele não tinha esses pensamentos? E também na segunda temporada, como a existência de vampiros é possível, então tudo é, e até uma bacante aparece... imagina o que vão inventar pra terceira temporada. Torçam para alguma coisa interessante acontecer na minha vida para eu voltar a postar aqui em breve.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O problema com abril, é o problema com maio, é o problema com junho e julho

Olha só como estou melhorando, dessa vez nem vou me lamentar por ter passado tanto tempo sem postar...

Bem, daí que semana passada fui para a cidade sanduíche, porque domingo foi o dia dos pais. Como sempre, consegui carona pela internet(é um yahoogrupo confiável gentes!). Enquanto esperava, parou um carro na frente de casa. Como eu não conhecia a pessoa oferecendo carona dessa vez, já fui abrindo a porta do carro. O motorista só olhou pra mim e fez sinal de negativo. Eu me afastei, meio assim, e logo chegou uma moça, por quem o rapaz estava esperando de verdade. Sou rainha em pagar micos, vocês já devem saber... meia hora de cólica depois, o carona de verdade chegou, um rapaz que estudou com a Luty no colegial e cuja irmã estudou comigo. Mundinho pequeno!
Na cidade sanduíche, fui ao Bon Odori com a minha família, e lá encontrei a Phunny e a A-lien. Estava vaziiiiio... tudo por causa da gripe de ficção científica(como diria a Josei). Até minha mãe estava com medo de ir. Lá um homem ficou se oferecendo para lavar as mãos de todos com álcool gel. Eu recusei, é claro. Só fui lavar as mãos em casa >:U! Bem, o evento em si foi bem calmo, dancei bastante. Do modo tradicional, óbvio... tem sempre um grupo de jovens que moderniza os passos, mas para mim isso faz perder o significado de cada dança... a colheita não parece mais colheita, o pescador não parece mais pescador... os antepassados deles devem estar se revirando.
Essa semana terminei de ver Som e Fúria, a minissérie que estava passando na tv há pouco tempo. É sobre um grupo de teatro, basicamente. O diretor antigo morre e o novo é um ator que foi famoso mas ficou louco. Gostei bastante, é difícil ver coisa divertida de verdade na televisão brasileira. Deve ser porque foi adaptado de um seriado canadense... até a segunda fase é meio apressada demais, porque adaptaram duas fases em uma. Assistam!
Por falar em Shakespeare, também li tragédias, mas gregas, para a disciplina que farei de ouvinte esse semestre(sim, é uma vergonha eu fazer mestrado nisso e não ter lido nem as tragédias mais famosas). Terminei a saga de Orestes... lembro de ter contado no weblogger a história e aqui de novo quando li Electra. Nem vou contar tudo de novo hein? Bem, Coéforas é basicamente a mesma coisa que Electra, só que dessa vez o protagonista é Orestes, o que veio para matar a mãe e o padrasto. Tem uma certa indecisão, porque apesar de ter o apoio de Apolo ele sabe que matar parentes é um crime punido pelas Erínias. No fim ele acaba matando, as Erínias surgem, fim. Já Eumênides é o julgamento de Orestes, devidamente arranjado por Apolo, e com a parcial juíza Atena. De um lado, as Erínias, filhas da Noite, que ficam buzinando na cabeça de quem mata um parente, do outro, Orestes, que não se arrepende em nada por ter matado a mãe, já que a mãe matou o pai primeiro. Eu achei o julgamento muito engraçado... Apolo diz que mãe não é parente, ela só fica grávida, mas o filho é só do pai, e por isso matar o pai é pior que matar a mãe. As Erínias respondem que Zeus então seria o maior criminoso, porque matou seu pai, mas Apolo e Atena dizem que Zeus pode tudo então fim, Orestes absolvido. Claro que as Erínias ficam putas, e sabe como Atena resolve a situação? Oferecendo fama e louvor! Que absurdo! Ela diz que se elas se tornaram Eumênides e virarem 'padroeiras' de Atenas toda a cidade vai amá-las. E elas aceitam!!! Eu lembro uma vez do professor de olhos azuis escuros dizer que Alceste era a única tragédia com final feliz, mas essa também é uma tragédia não-trágica. Quer dizer, só eu devo achar bem trágico trocar uma existência de aterrorizar as pessoas por gratidão de uma cidade...

sexta-feira, 17 de julho de 2009

As coisas querem ser coisas que na verdade não são

Terminei o trabalho que faltava, já empacotei todos os livros, mas nada de descanso. Amanhã é dia de viagem e depois mudanças/carretos. Mas como a preguiça manda, vim aqui postar ao invés de encaixotar o resto das coisas.

Nesses dias menos pessoas tem entrado procurando por aquela música que é versão de uma música em inglês, cujo nome é melhor não digitar para não atrair mais buscas. No entanto, parece que bizarrice é contagiosa e duas buscas chamaram a minha atenção. Uma delas dizia 'lugar que venta livro de lenta de vanpiro'. Sério. Como alguém com esse português quer ler um livro? Não queria dizer isso, mas tinha que ser fã de vampiro. Tenho altos preconceitos com fãs de vampiros e elfos -cofrachelviscof-. A segunda busca era 'se nascemos para morrer porque nascemos'. Taí uma busca entre o emo e o filosófico que respondo com gosto: não sei. Não acho que a vida tenha alguma missão especial, mas também não acho que é por isso que todos deveriam se matar(todos deveriam se matar por outros motivos). Minha 'filosofia de vida' seria mais para 'já que estamos aí, vamos tentar fazer direito'.
Apesar de estar cheia de coisas para fazer enrolei tive tempo para assistir a primeira temporada da nova séria da tv cultura, Tudo que é Sólido pode Derreter, do mesmo diretor do famoso video do youtube 'tapa na pantera'. É sobre uma adolescente que ao ler os livros de literatura pra escola começa a imaginar os autores e comparar com sua vida. Ela estuda em uma escola pública, mora com o pai vendedor e a mãe psicóloga, tem um melhor amigo, uma amiga, gosta do rapaz popular, não vai com a cara da aluna popular. Achei muito bem feitinho, divertido e instrutivo, tem até citação do original. E eles não fazem um resumo do livro, para que alunos preguiçosos vejam a série ao invés de ler, é mais para suscitar o interesse dos jovens. A música de abertura também é muito boa, já baixei do site da tvcultura usando meus míseros conhecimentos hackers.
Sabem que já quase me sinto uma nova mulher menos problemática. Agora que estamos de mudança precisamos deixar a casa como estava antes, incluindo a torneira do meu banheiro que estava solta faz tempo. Ao invés de chamar um encanador logo de cara, eu, burra, achei que podia consertar sozinha com superbonder ou durepox. Na loja o rapaz disse que não ia funcionar, e que o melhor seria usar silicone. Tá bom então, comprei o silicone e fui pra casa. Obviamente não consegui colar nada, só lambuzar a pia. Mas não chorei, me rendi e liguei para o encanador. Ele disse que estaria em casa 'em uma hora', que se transformou em quase três horas. Ele chegou no meio do meu almoço, mas pelo menos consertou rapidamente.
E daí tem o problema com a câmera. Como vocês sabem, tenho uma câmera fotográgica über amadora e modelo antigão da sony. Esses tempos o cartão de memória começou a embucetar, e eu não achava a causa. Segundo os fóruns de internet, o problema foi ter colocado o cartão de memória em um leitor de cartões. Para ver se o problema é da câmera ou do cartão, tive que testar com outro cartão de memória. Fui em uma loja e pronto, problema de novo. A vendedora falou que talvez fosse possível que minha câmera não aguentasse mais de 1gb, porque o modelo dela era antigo. Era só o que faltava, estava planejando gastar o dinheiro de aniversário nisso e minha câmera não pode? Mas google me disse que a câmera suportava até 2gb, e se deu pau com outro cartão é porque a câmera está com problemas. Mas eu não vivo sem minha câmera! Confesso que dessa vez eu fiz um pequeno drama, mas decidi comprar uma câmera nova com meu fundo desemprego(que é como eu chamo minha poupança). Tem gente que precisa de roupas novas, ou sapatos novos, ou um celular moderno, eu só quero livros e eletrônicos que funcionem.
Pronto, agora que sou uma pessoa adulta, madura & responsável que se desespera menos com as coisas, resta fazer as pessoas acharem isso também. Em soliaonline, o fórum internacional que eu frequento, estavam brincando de adivinhar as idades. Pois bem, uma adolescente de 15 anos achou que o rapaz de 19 tinha 26, e eu, com meus 24 anos, tinha 17. Será que pelo blog, se eu não dissesse que fazia mestrado, iriam pensar que eu sou adolescente também, porque sou cheia de crises? Não que eu viva pela opinião dos outros, mas às vezes é bom ser levada a sério.... e não, ninguém leva adolescentes a sério.
E por hoje é só, pessoal.
edit: header novo \o/ Fonte mais divertida e de brinde meu belo rostinho photoshopado. Fiquei com uma cara de tonta...

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Às vezes eu sinto como se pudesse fazer quase tudo que quero, e isso me faz chorar

Se tem algo que eu deveria aprender mas nunca aprendo é que NUNCA deve-se deixar algo para amanhã se podemos fazê-la hoje mas não queremos porque a preguiça é maior.
Porque pode muito bem acontecer do seminário que você estava enrolando para fazer ser adiantado em uma semana, e daí você começa a cuspir o pulmão e não conseguir dormir direito, e quer desculpa melhor pra não estudar que estar doente? Daí você adia a limpeza do quarto que já está cheio de cabelo no chão por mais uns dias, não lava a louça que começa a empilhar na pia e quando você finalmente se toca que precisa de livros para escrever alguma coisa descobre que a biblioteca está paralisada. Não que essa situação tenha acontecido com alguém que vocês conheçam...
Como todas as minhas séries acabaram e agora tenho que recorrer a outros meios para procrastinar, Rachelvis falou para eu assistir o piloto de 'Glee', que segundo ela era uma série de corais. É uma comédia musical de colegial, aquela coisa de 'losers' tendo algum talento. É divertida porque tem uma veia satírica, não é só 'pobres excluídos'. E novamente eu penso que se tivesse essas de clube no colegial do brasil ia ser tão divertido... não que eu fosse entrar no musical, mas ia ser legal ter algum talento. Quer dizer, quem dera eu tivesse algum talento, tipo dançar, cantar ou atuar, minha vida poderia ser um seriado de tevê. É, pensando bem, é bom não ter tido essas coisas no meu colegial, porque eu teria sido a nerd que não fez parte de nada.
E falando em ser nerd, feliz dia da toalha a todos os leitores que conhecem o 42... ou seja, quase todos.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Mas mamãe não quer deixar

Aeeee! Voltei em uma semana! \o\ /o/
Quarta-feira passada também não fui para o alemão. Saí da aula, fiquei no ponto esperando o único ônibus e... e... ele passou do outro lado da rua! Fala sério! Fiquei puta e decidi voltar pra casa... e então... ele passou do meu lado da rua! Que raiva de mim mesma ¬.¬ !
Semana passada acabaram as temporadas de Lost e House, e essa semana acaba American Idol, o que me deixará órfã de séries e com menos opções para procrastinar. Falando nisso, vou deixar o post maior ainda falando sobre as demais séries que eu assisto. São três: Lie to Me, the Mentalist e The Listener. São todas meio parecidas, sobre uma pessoa com um talento/poder e que ajudam a polícia a investigar assassinatos/sequestros. Lie to Me é sobre um psiquiatra/psicólogo(?) que estuda as emoções demonstradas em microexpressões faciais, The Mentalist sobre um homem que se dizia leitor de mentes e médium até sua família ser morta e The Listener é sobre um rapaz que ouve e vê os pensamentos dos outros de verdade. Eles geralmente resolvem tudo sozinhos também, o que me deixa meio brava às vezes. Os EUA devem estar realmente descrentes da polícia para essas séries fazerem sucesso.
Terminei de ler Adventures of Huckleberry Finn. Não sei porque várias bibliotecas baniram esse livro alegando ser racista. Primeiro que o contexto histórico do livro tem que ser levado em conta e segundo que o livro é sobre os dois protagonistas procurando a liberdade e desenvolvendo uma grande amizade. Enfim, resumo básico: o pai do Huckleberry Finn volta pra cidade após descobrir que seu filho ganhou muito dinheiro. Como ele é o pai, o dinheiro pertence a ele, e ele fica enchendo a cara e batendo no filho, motivando este a forjar sua morte e fugir pelo rio. Logo no começo do livro ele encontra Jim, escravo que também está fugindo, por ter ouvido falar que ia ser vendido. Seu plano é ir para alguma cidade livre, arranjar um emprego e levar a família. Então a dupla do barulho segue tendo altas aventuras! De interessante no livro há o conflito de Huck, porque ele sabe que os negros não são gente(sic), mas se afeiçoa ao amigo e não quer denunciá-lo, achei bonitinho quando ele diz que se for assim que ele vá pro inferno, mas não vai vender o Jim. Uma parte engraçada é quando Tom Sawyer aparece e diz que vai ajudar o Huck a salvar o Jim, mas na verdade ele vai criando dificuldades, porque se não iria ficar muito fácil e o nome deles não ia entrar na história, como de muitos prisioneiros famosos, e o Huck acha que isso não serve pra nada. E então Tom Sawyer fica bravo e diz que ele não sabe de nada, porque tem que fazer tudo igual aos livros.
No fim de semana só passeei, se é que essa é a forma verbal correta. Sábado almocei no apartamento da A-lien, tipo um almoço de inauguração do lugar. Comemos muita massa e depois jogamos Wii. Fiquei por lá jogando até dar o horário da apresentação da Lu. Chegamos lá, compramos o convite e ficamos espremidos numa salinha até poder entrar no teatro, que era só um quarto maior. Pelo menos todos os menos que 30 lugares foram ocupados. Haha, usei um símbolo de menor, cortou o post e esqueci o que tinha escrito. Mas a apresentação foi aquelas coisas né, tecnicamente ruim(luz/som), palhaços fazendo coisas meh... mas não é que minha irmã dá pra palhaço?(rááá) Eu ia postar o video dela aqui, mas e se ela não gostar? Se bem que do jeito que é aparecida vai querer... vou deixar para vocês escolherem.
Domingo fui ao planetário com pessoas estranhas músicos, mas só boiei em 1/3 das conversas. Lá tem uma rua com 'lápides'(?) de astrônomos famosos e um salão enfeitado por cartazes em diversas línguas com um vidro que torna muito difícil tirar fotos. Na sala ao lado da sala de videos tem uma exposição de tudo, desde um vaso estilo grego que no início achamos que devia ser sobre a musa astronomia mas no fim era sobre 'fontes'(?) passando por minérios da terra e até uma miniatura de um avião da british airways e uma nave do star trek. O caminho até o telescópio é iluminado só por luzes vermelhas, e fiquei morrendo de medo de tropeçar. O astrônomo simpático ficou contando histórias de estrelas, mas nada tão assim interessante para eu contar aqui. Interessante mesmo era a lanterninha com a qual ele apontava pras estrelas e que ilumina 5km! Eu quero uma dessas de aniversário! Ah sim, uma coisa triste que ele falou foi que em 4 anos não vai dar mais para ver
o vômito de Hércules a via Láctea do observatório por causa da iluminação das cidades, que segundo ele iluminam mais o céu do que o chão. Muito lindo ver o céu de lá *-* Pena que não sai em foto! E pena também que não tiraram a câmera de quem ficou tirando foto com flash >:U! Pelo telescópio vi Saturno e Alfa do Centauro, e... pareciam figurinhas mesmo! Quer dizer, Saturno parecia figurinha, a estrela parecia só... uma estrela. E eu podia jurar que com lente nada ia ficar embaçado, mas as luzes ainda tem um tipo de aura em volta. De lá fomos comer pão na casa do Malcom X, que mora em Golfinhos. Ele é uma pessoa legal porque gosta de tomar leite com toddy de colher. Não que eu conheça alguém que faça isso, muito menos faço o mesmo, claro.
Vou tentar atualizar os links do blog mais tarde... ou não.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Os políticos mudam, mas eles nunca vão mudar isso

Não morri nem desisti do blog. Só entrei em uma fase deveras preguiçosa. Eu poderia me desculpar, mas não é como se vocês estivessem sentindo aquela falta dos meus textos como eu sinto dos episódios de Lost.
Por onde começo? Bem, tem a história da passagem de ônibus... eu falo muito da Lady Murphy aqui, porque ela é minha fadamadrinha/anjadaguarda. Mas o Herr Rennó disse que muitas coisas acontecem por causa da Lady Dummy, e a história a seguir é uma delas. Queria ir para a cidade-sanduíche na páscoa, e comprei a passagem via internet para 7 da manhã de quinta. Quase perco o ônibus, porque nem dormi e quando saí de casa esqueci dos ovos, e tive que achar um táxi correndo. Chego na rodoviária, ómi do guichê me diz que meu nome não está na lista de reservas? -mas eu fiz moço! -'não está aqui, e agora o ônibus está cheio, vai ter que comprar outra' -'masmasmas- -'só dá para resolver isso lá, não aqui'. E nem com o meu extrato do banco dizendo que eu comprei uma passagem lá o cara aceita. E lá fui eu jogar pelos ares 40 reais, comprando a passagem com dinheiro. Na cidade sanduíche, meus pais me lembram que nem sabia o nome do cara que me atendeu, e logo, de que adianta o extrato? Enfiei o sorvete na testa e bati a cabeça na parede, mas não resolvi nada, é claro.
Ganhei muitos ovos de páscoa, mas não enjoeei de chocolate... e só passei mal com o ovo diet. Porque sempre esqueço que o adoçante diet em excesso dá diarréia? Acho que não posso reclamar muito de como ninguém nunca aprende, já que eu mesma vivo repetindo meus erros.
Só vi filme ruim, e faço questão de falar mal de todos no blog e ocupar preciosas linhas em que poderia desenvolver melhor a análise dos livros que vem a seguir.
Presságio é um filme de suspense em que uma menina há 50 anos parece ter previsto todos os acidentes que mataram um significativo número de pessoas no mundo/estados unidos. No fim(spoiler!), é mais um filme de alien matando a humanidade. Vocês estão se perguntando agora porque eu achei o filme ruim... ora, a humanidade é sim destruída, mas os aliens fazem uma nova arca de noé para recomeçar do zero em outro planeta de cg ruim. Os seres humanos vamos fazer tudo de novo e os aliens vão ter que voltar para matar-nos mais uma vez. Pfff! Além disso esses aliens pareciam mais vampiros que aliens, e sussurravam como o monstro de fumaça de Lost. Só vejam o filme se gostarem de metrôs colidindo, aviões caindo e pessoas pegando fogo.
Outro filme foi Street Fighter- A lenda de Chun Li. Nem vou comentar a escolha da atriz, que além de ser mestiça, não tem as coxas da lutadora. O bizarro é que tudo bem, colocaram uma mãe ocidental para dar uma disfarçada, mas ela criança é feita por uma chinesa que não tem olho claro! O roteiro do filme parece coisa de filme policial ruim: menina tem o pai levado por bandidos que querem a ajuda deles para fazer negócios, ela cresce, aprende a lutar, enfrenta o bandidão e vence, fim. Tem a dupla de policiais que não faz muita coisa, uma bonitona e um gostosão que deviam ser personagens de SF também, mas são tão meh que nem parecem.
O último filme ruim dos últimos tempos é Dragon Ball evolution. Como disse o tio Dos Santos, evolution quer dizer que vão mudar tudo na história. E mudaram mesmo: Goku, além de ser um ocidental ¬¬, vai ao colégio, é humilhado e gosta da menina mais popular da escola. Aí o vô morre e ele descobre que tem que salvar o mundo, e para isso precisa ter fé em si mesmo. Só não é pior porque tem algumas piadas infames, provavelmente tudo que Toriyama pode fazer para salvar seu filme. Tantos clichês... e a primeira fase do anime era tão divertida!
Hoje é o dia do livro segundo a unesco, mas isso não quer dizer que li mais ou melhor.
Terminei The adventures of Tom Sawyer, do Mark Twain. Todos conhecem a história do menino que apronta todas mas no fundo tem um bom coração... ela tem sido utilizada largamente por mangás. É bem divertido mesmo, e é desses livros que o autor aproveita para fazer comentários sarcásticos sobre os adultos e a sociedade da época. Recomendo.
Também li O Jogador, do Dostoiévski. São as notas de um jogador, explicando o que se passou para que ele chegasse aonde está. Tem mais críticas e comentários aos estrangeiros&russos que alta jogatina, mas o vício certamente tem destaque na trama, além de ser muito bem descrito. Muitos dizem que é autobiográfico, porque o autor foi um tempo um jogador ativo de roletas. O final é surpreendente e um tanto aflitivo. A parte que mais gostei foi quando ele entra em uma espécie de delírio, me lembrou o Memórias do Subsolo.
Encerrando a seção literária do post, temos o Discurso da Servidão Voluntária, de Etienne de la Boétie. Não gosto muito de comentar os textos que leio para a faculdade, mas esse é bem curto e não cheio de jargões. O autor discute a questão da tirania se perguntando porque o povo se permite ser dominado. Há dois motivos principais: o costume, porque a natureza, mesmo amando a liberdade, pode se acostumar facilmente a ser dominada; e o fato das pessoas trocarem favores com quem está no poder. Num parágrafo muito interessante ele diz que o tirano não é sustentando por milhões, e sim por quatro ou cinco, dos quais dependem seiscentos, e deles seis mil, todos intrincados numa rede de favorecimentos. No fim, há tantas pessoas para quem a tirania ajuda quantas a quem só prejudica. Uma coisa interessante do texto é que o autor só da exemplos da antiguidade, assim como o Montaigne. É realmente como se a Idade Média fosse uma era das trevas mesmo, e o mundo para os renascentistas começasse na Grécia Antiga, passasse pelo Império Romano e puft, século XV.
Já que o post ficou enorme mesmo, vamos lá falar das minhas inutilidades.
Essa semana meu favorito saiu do American Idol! Que coisa, o outro que foi salvo semana passada canta muito pior! Mas vou continuar assistindo, é claro... tão triste não ter ninguém com quem falar isso, o pessoal pela internet gosta do cara que grita com a língua de fora.
No meu tempo livre(não que eu tenha um, eu deixo de estudar para isso na verdade) viciei no poupée. Site para menininhas pra fazer upload de fotos de coisas 'fashion' e em troca você ganha items para vestir sua boneca, ou lacinhos, a moeda do site. Lendo as regras, vi que um dos itens podia ser 'book covers', o que para mim significa capas de livro. E lá fui eu fotografar meus livros, muito melhor que fotografar minhas roupas. Daí surgiu a dúvida se 'book cover' na verdade não se referia a capas frescas feitas para os livros pelas pessoas. Só que aquela porcaria não tem e-mail de contato caso a FAQ não responda o que foi perguntado. Eu sei que capas de livro não são itens fashion como jóias, sapatos ou bolsas, mas se tá lá que pode... acho que ficarei na dúvida eternamente.
Eu também tinha altas reflexões sobre a vida, mas elas ficarão para o próximo post(se eu lembrar, é claro).

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Eu viajei o mundo procurando entender os tempos de hoje

Eu poderia postar sobre como nada nessa vida dá certo e como eu gostaria de jogar minha tradução pela janela, mas vou poupá-los do drama desnecessário.
Esses tempos terminei de ler As Moscas, do Sartre. É uma peça encaixando a filosofia dele na tragédia do Orestes(vocês sabem né, o pai sacrificou a filha, a esposa e o amante mataram o pai e o filho(Orestes) mata a mãe. Eu já falei dessa história e das Erínias em algum lugar do blog. Ou foi no weblogger?). Eu gostei porque a moral da história é que quem é livre e se responsabiliza por seus atos não tem porque ter remorso do que faz, bem existencialista mesmo.
Na mesma área cultural mas no extremo oposto de qualidade, vou comentar sobre a série do Mortal Kombat. Sim, há uma série para a televisão do jogo, centrada na rivalidade entre Shang Tsung e Kung Lao e só tem uma temporada. A série até tenta ser legal, com algumas piadas, Rayden tentando ser divertido, aquelas coisas de dualidade da pessoa e termos que enfrentar nosso lado ruim mas... não dá gentes. Além da série ter efeitos muito toscos por ter sido feita no fim dos anos 90, todas as mulheres na série usam roupas curtas e apertadas e se insinuam pros protagonistas, o enredo não anda, o vilão tem muitos poderes mas não consegue de modo algum matar o mocinho ou seus amigos... e tem umas cenas ótemas, como quando Kung Lao vai encher o cantil de água, fala umas bobagens e tampa como se tivesse enchido(só se for de ar). Street Fighter- the later years é muito melhor...
E nesse fim de semana foi dia de cozinha aqui em casa. No sábado fizemos salada de fruta com 7 frutas e no domingo gelatina colorida(que obviamente não deu certo) e alcachofra com chilli. Tudo muito gostoso e até que saudável.
E antes de encerrar o post, uma notícia boa(finalmente): consegui uma caravana para ver o Gogol Bordello sexta \o\ /o/!
Por fim, admirem a beleza de um terço de alcachofra com chilli.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Você não quer tentar entrar num sonho?

Hoje terminei de ler A cidade e as serras, do Eça de Queiroz, seguindo a recomendação de ler os clássicos da literatura portuguesa e brasileira. A cidade e as Serras é o último romance de Eça de Queiroz: o autor morre antes mesmo de terminar a revisão do livro, o que pode explicar a solução mágica do final. O tema do livro é civilização falsa/sofrida/sem graça versus natureza bela/verdadeira/empolgante. A história do protagonista Jacyntho é contada através dos olhos de José Fernandes, seu melhor amigo. Este, durante o tempo em que mora na serra portuguesa com sua tia, perde a transformação de seu amigo de entusiasta do progresso em ricaço tedioso dono de uma mansão cheia de apetrechos tecnológicos. Jacyntho vai gostando cada vez menos da vida na cidade, até o dia em que precisa ir à Portugal para decidir o que fazer com a ossada de seus avós. De início ele detesta a idéia, mas em pouco tempo empolga-se com a vida campestre e aplica lá também suas idéias de civilização, gastando toda sua fortuna. O protagonista só se acalma quando se casa com a prima de José Fernandes(o que eu achei um tanto repentino.)
Depois de um resumo desses eu posso ser preguiçosa e não comentar o que achei não é? Não é? Bem, eu gostaria de comentar apenas que existe uma tese de doutorado em andamento comparando Eça com Luciano de Samósata(sim, o autor que eu estudo!). Não sei do que se trata exatamente(e acho que deve ser n'A Relíquia), mas tem alguns pontos engraçados da obra que eu gostaria de ressaltar. Um deles é no começo do livro: a casa modernosa de Jacyntho, como tudo que depende da tecnologia, falha. Então o banheiro molha toda a casa e as roupas e incendeia a casa. Depois o peixe caríssimo encalha no elevador da cozinha e o Grão-Duque tenta pescá-lo com o anzol do chapéu de uma convidada... sem sucesso. A outra eu esqueci porque a Rachelvis veio aqui me pentelhar ¬¬.
Mas enfim, outro tema do post é o fim do mangá de Karekano. Desde a primeira vez que vi o anime me identifiquei com a história da estudante perfeita que no fundo tem um mau-caráter. Claro que na história ela arranja um namorado tão exemplar por fora como ela, mas que possui outros problemas emocionais sérios. E assim eles vão construindo o relacionamento e aprendendo a serem eles mesmo. Além disso todos os coadjuvantes são bem trabalhados psicologicamente e a série é muito engraçada. Masporémcontudoentretantotodavia, (e atenção que lá vem spoiler) a protagonista engravida e decide parar por uns anos e cuidar dos filhos antes de fazer faculdade. Tudo bem que a autora quis na verdade fazer uma coisa subversiva e transformar o casal perfeito em pessoas que fazem besteiras de vez em quando, mas poxa né, eu me espelhava na Yukino :(~~~~. Claro que no fim tudo dá certo e todos vivem felizes para sempre e com muito dinheiro, apesar de ter começado bem realista ele não deixou de ser um mangá shojo.
Terminei de ver a primeira temporada de Dexter! Fiiiiinalmenteeeee!!A série é bem diferente dos livros... ela tem aquela cara de Miami, cheia de mexicanos e música latina, e o protagonista quase parece humano em alguns momentos. No(s) livro(s) o clima é mais sombrio, e o Dexter não mostra sentimento em parte alguma. Além disso a irmã dele é peituda no livro, ehehehe! Uma coisa boa da série é o ator altamente gatão que escolheram, e o fato dele usar o mesmo celular que eu(até com o mesmo tema colorido!).
Para terminar o post, um print do meu último feito:

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(Cliquem para ampliar)
Sim! Consegui fazer a maior pontuação do dia em um tabuleiro do mah-jong! Fiquei emocionada, até parei de jogar e fui estudar depois dessa.