E daí que sábado passado foi o casamento da minha prima Pagodeira. E minha mãe cismou mque não ia pra cidade cinzenta sozinha, então lá fui eu da cidade dos ventos para a cidade sanduíche e de lá para a cidade cinzenta. Ficamos na casa da minha tia Malvada, que nem é tão longe ou tão grande como disseram. A Luty foi lá no sábado para todo mundo se arrumar junto e, entre piadas obscenas e risos minha maquiagem ficou parecendo a de uma prostituta vietnamita ao invés de uma dançarina de flamenco, como quis minha irmã. O casamento em si foi aquelas coisas de sempre, pessoas chorando, padre falando um monte de coisa senso comum e eu com dor no pé por querer usar o salto mais fino que tenho. Achei que a festa ia ser sem graça, mas obviamente eu me acabei de dançar na pista de dança. Se alguém achar um exercício físico que lembre dançar em baladas me avise.
Mamis queria vir comigo, mas eu rejeitei porque minha casa estava(bem, está) uma bagunça e eu não queria que ela fosse para arrumar a casa(porque ela é como o Monk em limpeza). Ela então me deu dinheiro para pagar uma faxineira, e lá vou eu em mais uma empreitada patrocinada por Lady Murphy. Primeiro que o site em que eu sempre vou não tinha nada, segundo que só tinha um anúncio no mercado e a mulher não me atendeu umas três vezes. Tentei online e achei uma empresa que cobrava 390 reais pra me achar alguém. Até comprei o jornal e pasmei, só tem seção de procura-se, não de ofereço serviços. O tio dos Santos disse que era um sinal divino para que eu arrumasse meu quarto, mas finalmente a mulher para quem eu tinha ligado segunda apareceu e virá semana que vem, kekekeke.
Entre outras coisas com final menos feliz, consegui rasgar minhas duas calças jeans... agachando. Elas nem estavam apertadas, mas sabe-se lá como o tecido estava bem desgastado. Sabe-se lá como também consegui entrar numa calça um número menor que estava no armário e não precisei sair por aí de moletoom. Passei no banco para transferir dinheiro da conta patrocinada pelo estado para a conta patrocinada pelo pai e no extrato me dou conta que passei um cheque sem fundo!!! O cheque caiu no mesmo dia do cartão de crédito, e aí já viu né(eu pago passagens de ônibus no cartão de crédito, antes que me chamem de consumista). O pior é que eu não lembro o que comprei. Na minha memória, não paguei nada nesse dia ou no anterior com cheque. MELDELS ACABEI DE LEMBRAR a loja de produtos naturais do lado de casa!!! Aff, até passei no Boticário perguntando se alguém tinha passado um cheque sem fundo lá AHUHUAHUAUHA, sério, só eu mesmo para fazer coisas assim.Bem, lembrem-me de passar lá segunda e pagar.
E é isso aí, pagamentos de dívidas e festas de aniversário no próximo post.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Às vezes acho que tenho sorte, às vezes acho que não
Postado por M.D.O.M. às 12:01 PM 2 comentários
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quarta-feira, 31 de março de 2010
Ei, isso não é jeito de dizer adeus
Postando rapidamente na última meia hora do mês só para ter pelo menos um post por semana no blog. No fim de semana fui para a cidade cinzenta, mesmo com o joelho dolorido. Encontrei a Luty, jantamos e fomos assistir a um filme em um cinema para onde as pessoas vão super chiques. Assistimos Os homens que encaravam cabras, comédia baseada num livro sobre o uso da paranormalidade pela inteligência militar dos EUA. O fime é uma sátira sobre fatos reais, mas bem mais zoada, e achei bem leve, no estilo de Queime depois de ler. Certamente o George Clooney é o que há de melhor, ah, e também a parte em que ele conta que a maior parte dos soldados não atira para matar, então porque não usar a paz para resolver a guerra? E aí eles usam alucinógenos e fazem ioga.
Na manhã do dia seguinte eu e Luty fomos a um bar com jogos para comemorar um aniversário. Tudo no cardápio tem nome de jogos, e o cardápio simula um baralho. Jogamos jenga(que eu nem sabia que tinha esse nome), detetive de simpsons, academia, pula macaco, quebrando o gelo e tabu. Muito divertido! Quero voltar lá mais vezes!
Bem, e é com um certo pesar misturado a um alívio que informo a saída de Diomedes, o caçador, daqui. Rachelvis não estava tendo tempo pro gato, e ele não tinha onde brincar, e ela não podia viajar por causa dele. Enfim, esse negócio de ser mãe/pai é muito complexo, tem que estar pronto pra isso. E não estávamos, e agora Didi vai morar no campo das minas gerais.
Postado por M.D.O.M. às 11:31 PM 3 comentários
domingo, 3 de janeiro de 2010
Nenhuma esperança perdida
E cá estou eu de volta da cidade cinzenta, após uma longa e emocionante semana(aham).
Festas de fim de ano são sempre a mesma coisa, parentes, presentes e comida. De vez em quando roupa nova também. É o tempo em que não sinto culpa de tomar litros de refrigerante e comer muito chocotone e carne. Além disso é a única semana em que jogo baralho até tarde também. Jogar buraco é a herança cultural da família da minha mãe. Também tenho que ouvir pessoas dizendo o quanto sou inteligente e desperdiço minha inteligência estudando(!!!!!!) quando poderia estar prestando concursos que são estáveis e pagam bem. Outra coisa sem noção é perguntarem se não canso de ler. Eles cansam de ver novela, por acaso?
Não passeei muito. Dia 27 fui ao bairro oriental comprar um presentinho pra chelvis com minha mã e minha irmã. Vimos um homem vestido com uma placa com escritos da bíblia em português e hebraico cantando em japonês, muito bizarro. Como a cidade cinzenta é a nova iorque brasileira, tinha um casal francês perdido na padaria do bairro oriental, e eu fui ajudar. Fui de tanta ajuda que confundi maçã(pomme) com batata(pomme de terre), e esqueci como era morango em francês. Se meu professor fica sabendo retira o 'excellent niveau' que me deu esse semestre. À noite montei espetinhos para o churrasco de ano novo, e não me machuquei. Em compensação, milhões de baratas saíram de uma rachadura no quintal dos meus tios, por causa da chuva. Gastaram muita vassoura e inseticida naquela noite... Na manhã seguinte, mais baratas e minha mãe e minha tia foram visitar uma tia em outra cidade. Meu tio tacou concreto na rachadura do quintal, e as baratas sumiram.
Dia 29 fui passear com a minha irmã querida. Fomos para a mais paulista das avenidas, como diriam os repórteres da rede globo. Primeiro a um cinema onde não se come pipoca(cinema de verdade, diria o sr.Pascoal) assistir a um filme alemão, Hanami, sobre um casal de idosos, seus filhos, e o que é importante na vida. Belas paisagens do Japão e algum choro. Em seguida fomos à Casa das Rosas, local belo e cheio de livros, ou seja, mais belo ainda. E igualmente caro! O salgado era sete reais, ou algo do tipo. À noite fui para a casa nova da Luty, um apartamento que ela divide com moças que não estavam lá. A ducha é tãão forte *-*! Pena que o ralo não aguenta, e acabei inundando o banheiro. Ainda bem que não tinha ninguém além de nós. No dia seguinte saí para fazer compras em um outlet da minha marca favorita e depois para acompanhar a Luty na busca de um presente para a sogra dela. Fomos para um shopping chique, onde uma loja da hstern vendia um colar liiindo por 170 mil(olha a dica hein pessoal). Assistimos A Princesa e o Sapo só para comer pipoca. É uma animação para crianças sobre princesas e sapos e amor, então nada de mais, só algumas cenas eram bem bonitas, como o sonho do restaurante e os vagalumes. Lá na área de lazer tinha um fliperama(sei lá se esse é o nome certo) de mario kart! Tinha até uma câmera que tirava foto para colocar no jogo. Pena que não deu para jogar junto, porque só tínhamos um cartão. De lá voltei de trem pra casa, quase me senti uma trabalhadora após um longo dia de labuta.
Dia 31 queimei meu dedo enquanto fazia creme pro pavê. Tinha esquecido o quanto arde! Afe, ainda bem que agora está bem melhor. E à noite comi rabanada feita pela minha tia e vi fogos, alguns muito bonitos, pareciam estrelas. Dia 1 foram poucos parentes(acho que a cada ano vai menos...) e devorei os corações de umas 50 vadias galinhas.
Para quem estava interessado(?), é isso. Volto antes da cirurgia da minha mãe.
sábado, 1 de agosto de 2009
Gastei meu dinheiro tentando te agradar, agora eu quero de volta
Ok, podem xingar! Bem, não é como se estivessem me cobrando um post, mas sinto como um dever moral a atualização do blog, mesmo ele tendo tão poucas visitas e menos comentários ainda. Depois da entrega do relatório e do trabalho queria ter vindo aqui, mas eu e Chelvis acabamos decidindo meio de última hora por mudar de casa. E aí, sabem como é, corre atrás de casa nova, empacota as coisas da casa velha, procura pintor, paga pintor, compra armário, mesa, capacho de entrada, decide quem fica com o quê, faz a mudança, organiza casa nova... um inferno. Eu disse da outra vez que nunca mais queria mudar por causa das caixas(e olha que dessa vez tinha mais caixa ainda) e mudei em um ano e meio; dessa vez vou me abster de comentar sobre o cansaço porque é capaz que mude de novo em um ano.
Enfim, me dei ao luxo, no entanto, de tirar um fim de semana de folga na cidade cinzenta, encontrando meus miguxos virtuais. Como o cartão de memória da minha máquina foi pro saco mesmo, decidi comprar outro lá. Fui com o MCDM na famosa feira do rolo e saí com uma máquina nova. Ela é boa, mas não tem controle de... de... iso negativo? tempo de exposição? O evento em si foi legal, muitas conversas, fofocas, amarrar os cadarços e sair pulando, mais fofocas, falar mal de quem bebe e fuma... e fui tão boa moça que até lavei as louças domingo na casa da vó de uma deles.
Além disso... filmes, isso! Assisti ao sexto filme do Harry Potter com a Chelvis, mas não o 3D. Se bem que nem precisava, o filme é cheio de efeitos especiais do começo ao fim. Não achei horrível como disseram, até que foi fiel ao livro... não que eu lembre muito dele, claro, ehehe! Assisti também ao filme Inimigos Públicos, que é desses cujo título não foi muito bem escolhido. Seria para retratar o agente Melvis Purvis atrás do ladrão de bancos John Dillinger, e é isso, mas sei lá. Boas atuações, Johnny Depp não faz um personagem completamente bizarro, mas o filme parece que não quer dizer nada. É um filme biográfico, tudo bem, mas só isso. E também achei o romance brega...
E é só. As aulas na unipunk foram adiadas, mas aulas de idiomas voltam essa semana já, então talvez eu tenha mais coisas para contar aqui.
Postado por M.D.O.M. às 10:52 PM 2 comentários
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sábado, 3 de janeiro de 2009
E se eu sonhar vai ser que você é rosa, verde, branco, azul, cinza e claro
Mas que blog abandonado... poucas visitas, nenhum comentário... mas não vou desistir, caros e fiéis leitores.
Minha viagem à cidade cinzenta foi como é todos os anos, uma quebra na rotina absurda. Dias de acordar tarde, dormir à tarde, comer demais, jogar baralho até tarde, não ler... até fiz coisas inimagináveis como tomar uma taça de champanhe(coisa que não vou repetir porque o gosto é horrível) e tirar a sobrancelha(só deixei minha mãe tirar porque ela queria testar a pinça com luz que ganhou). As pessoas acham que estou brincando, mas certamente as comidas são o melhor de tudo. Não que eu queira matar todos os meus parentes, mas sabem como é, encontro de família é aquela coisa, todo mundo com emprego, namorado, sabendo tudo de novela e futebol e achando você um et por não ser assim. Além disso, no ano novo uma parte da família não foi e o filho do meu primo ficou sem ter com quem brincar. Sobrou pra quem? Isso mesmo, para a prima mais nova da família. E lá vou eu brincar de gogo's crazy bones, espião, ninja egípcio gelado e correr de um lado para o outro. O pior de tudo ainda foi ouvir 'ela leva jeito com criança né' 'é, ela tem paciência' 'podia ser professora' . Sério gentes. Eu, professora de criança? Prefiro que me arranquem as unhas com alicate.
E também nesses dias de fazer nada fiquei pensando na vida, é claro. Mas não do jeito depreciativo que me é comum, não se preocupem. Tava pensando em como a gente muda sem saber... assim, de verdade, não como tudo muda no mundo como uma onda no mar. Na minha juventude eu me achava tão esperta e dona dos segredos do mundo, como se tudo tivesse uma explicação racional capaz de ser obtida por mim através de pouco esforço mental. Mas quanto mais o tempo passa mais eu vejo que nada faz sentido e que eu não sei de nada, e que nunca vou saber de nada, especialmente por ser essa menina preguiçosa, pouco esforçada, que tem de tudo e reclama que não tem nada. E então eu penso que eu deveria mudar, mas só o dever não era suficiente, mas Kant não ia saber, porque ele era muito disciplinado. O que é querer de verdade? E enquanto eu penso o tempo passa e já é 2009, e enquanto eu enrolo todo mundo acha que eu estava me dedicando ao que eu deveria e enquanto eu tiro A sem estudar eu não sei se vou me esforçar mais. Bem, mas daí que fazer sentido é luxo para poucos, e é melhor eu voltar para o fazer nada antes que eu comece a ter vontade de fazer alguma coisa.
Postado por M.D.O.M. às 4:43 PM 3 comentários
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Rapidamente passa o velho ano, Fa-la-la-la-la, la-la-la-la
Daí que estou morrendo de preguiça de contar tuuuudo que aconteceu na viagem. Ha! Quem lê pensa que foi über emocionante e cheio de altas aventuras.
Sábado de manhã deixamos o Diomedes no hotel e fomos de carona com dois caras da unipunk. Paramos para almoçar em algum lugar de beira de estrada, e já era em minas, porque o pão de queijo estava muito gostoso. Encontramos uma atriz famosa que está na novela das 6 agora... mas eu só reconheci quando vi bem de perto... é a atriz de amarelo manga.
Chegamos super cedo e já fomos para a casa de campo da Chelvis. Os dias lá podem ser resumidos em comida e arrumação. Eu e a Chelvis ofereceremos serviços de faz-tudo aqui no bairro nobre: montar camas, churrasqueiras, assentos de privada. Ah, também aprendi a jogar truco mineiro!
Para a parte interessante da viagem: o evento. A universidade federal do pão de queijo é graaaaande, e feia como a universidade da cidade cinzenta. A faculdade de letras é meio perdida, mas deu pra achar a sala fácil. Almoçamos e esperamos... e esperamos... apresentei meu projeto 2.0, e, para minha surpresa, lá estava o maior especialista no autor que eu estudo com uma versão impressa e corrigida acompanhando. A Chelvis disse que eu só gaguejei uma vez, o que é uma coisa boa. E o professor vai me mandar um artigo que eu quero ler, outra coisa boa. Ele também fez várias críticas construtivas e disse que o trabalho estava bom. Agora é hora de re-escrever para deixar melhor.
E é isso aí. Preciso sair do pc para me dedicar de verdade à prova de sexta.
Postado por M.D.O.M. às 3:35 PM 3 comentários
terça-feira, 8 de abril de 2008
Dessa vez você vai fazer só o que deve
Eu estar aqui postando numa terça de manhã só pode significar uma coisa... preguiça de estudar! zos
Mas não vim postar qualquer coisa(ok, isso é relativo, mas finjam que eu não posto qualquer coisa sempre), tenho assuntos, sim senhor.
Nesse fim de semana viajei para a cidade cinzenta em virtude da comemoração surpresa das bodas de pérola da minha tia Malvada. A festa foi organizada pela filha dela, no prédio do seu namorado(dela, não seu, leitor incauto sempre quis usar incauto no blog! \o/). A desculpa era um almoço com os sogros da filha. A minha família(que veio de três lugares diferentes) foi uma das primeiras a chegar, e começamos a comer antes da festa começar. Assim que minha prima chegou com os pais todos se esconderam e fecharam os vidros do salão, porém esquecemos de prender as crianças e os filhos dos meus primos que estavam brincando quase estragaram tudo. Quase porque meus tios só se tocaram e começaram a chorar quando a filha deles avisou que a festa era deles. Comi bastante lá, apesar de não ser uma grande fã de churrasco(sou só de lingüiça). O bolo era de massa folheada e estava muito gostoso, mas nada supera o bem-casado! Noffa, que doce mais delicioso! Eu quero de novo! *-*!!!!
No domingo fui almoçar no bairro oriental com a Luty(+ namorado e amigos) e a Phanie(+ irmão). Demos uma voltinha na feira(que estava abarrotada de gentes, como sempre) e decidimos comer em um dos restaurantes da máfia culinária chinesa. Até que fomos bem atendidos, considerando que éramos metade japoneses metade gaijins. Comi muito bem lá, nem ligo que tinha uma barata passeando pela parede. Depois do almoço comemos um doce, comprei cousas e voltei para cá.
Segunda de manhã fui prá unipunk ter aula, depois pra escola de idiomas dar aula, em seguida para outra escola de idiomas ter aula e voltei prá casa. Tomei banho, jantei e já estava com sono. Joguei mahjong(ele pifou hoje, por isso vim postar) e dormi cedo.
Hoje eu acordei cedo para estudar, mas tive que ficar em casa esperando o tio eletricista instalar a campainha e depois o cara da água vir conferir os hidrômetros. Finalmente entendi o que aconteceu com a conta, parece que o outro tio tinha anotado o valor anterior do nosso hidrômetro e o valor atual do hidrômetro da casa da frente, e por isso deu muito alto. Enfim, após abrir e fechar torneiras esse tio também se foi e, para não ficar com a sensação de ter perdido a manhã vim postar. Mentira, eu tinha começado a ler um texto e achei chato e aí sim vim aqui.
Tá lá no site do bol que um homem se matou após ter recebido o coração de um suicida. Tem um mangá que trata disso nos últimos volumes(eu devo ter falado dele aqui no blog em algum post...), mas enfim, o que importa é que eu sou cética em relação a isso. Memória celular coisa nenhuma! Lendo a reportagem vi que o homem tinha casado com a viúva do doador!!! WTF! mas é claro que a mulher devia ser um saco e fez os dois se matarem!!!
Vocês já devem estar cansados de mim, então paro por aqui. Não sem antes deixar dolls feitas nesse site. Tem de tudo, e obviamente escolhi dollmaker da mitologia grega.
Athena
Ártemis
Uma Erínia
Comentando comentários:
tia blétis: a pontuação quer dizer que eu jogo bem \o/
40>0: é. esqueci de mencionar o curto-circuito. e o gato pegando fogo. Tá, não teve gato, foi só curto-circuito. Eu li os livros antes sim, falei sucintamente deles aqui e aqui.
Postado por M.D.O.M. às 11:22 AM 3 comentários
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Meus olhos são verdes porque como muitos vegetais
E a preguiça de contar tudo que aconteceu nesses dias?
Viajei com Mamis para a cidade cinzenta na sexta para o baile da prima médica. A Luty chegou quase em cima da hora vindo de Peixepula, mas conseguiu se arrumar. O baile em si tinha comida, bebida(tomei morango com limão e suco de abacaxi, muito gostoso), música... mas entre a banda de baile e a atração da noite(o Fundo de Quintal) levou muito tempo e o povo começou a ficar podre e fomos embora cedo(?).
Domingo ia ter o iskontro num shopping-metrô, mas eu nem queria ir, então esperei a Luty, que por sua vez esperou o Cunhado ir embora para Repouso Feliz. Quando chegamos lá alguns já tinham ido embora e outros estavam indo, então nem deu para saber direito como o povo é...
Segunda foi o primeiro dia de comilança das festas de fim de ano. A tia Malvada fez frango recheado com farofa e à noite disse que ia fazer rabanada se eu jogasse no lugar dela e ganhasse. Nada como ser uma pessoa gorda né? Ganhei o jogo e comi meu doce favorito de fim de ano *-----*. Terça comi o bacalhau com batata cenoura e maionese, outra comida deliciosa que só como nas festas. Mamis fez o famoso pavê, e colocou cerejas em cima, nham-nham! Também comi torta de limão e anchovas. À tarde a família ficou jogando buraco, primos numa mesa e tios na outra.
Na quarta ainda tinha comida do natal, então comi de novo. À noite voltamos para a cidade sanduíche, que está um calor dos infernos.
Hoje, após muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuita discussão, vou ao cinema com a Luty.
Postado por M.D.O.M. às 6:04 PM 2 comentários
domingo, 2 de dezembro de 2007
Não paro para soluçar, chorar não adianta
Olha só, um post seguido do outro! Assim até parece que eu tenho uma vida emocionante. Mas, como sempre, meu sono fará o post ficar pior do que quando eu me esforço.
Sábado de manhã acordei poucas horas depois de ter ido dormir e fui para a cidade cinzenta com a Chelvis. Lá trocamos uma passagem que a mãe da Chelvis não tinha usado, depois fomos para a famosa e lotada rua 253 comprar roupas para os parentes dela. De lá para o bairro livre, onde almoçamos com a Daidalia em um restaurante da máfia chinesa, onde fomos servidas mal-educadamente e sem direito a melancia por causa de nossa ascendência. Mas a comida é muito boa! Comi pato pela primeira vez e adorei o tofu com legumes. Depois passamos no sebo onde está(va?) o dicionário Moraes, o dicionário recomendado pelo meu amado& adorado desorientador. Não fui feliz nem por um átimo: o sebo estava fechado. Vou ter que passar lá nas festas de fim de ano. À tarde a Daidalia foi para o curso de desenho e eu fui fazer compras com a Chelvis. Viciei-a no sorvete de melão(ei isso não é melão- é sim, melão japonês) e como eu comprei para ela um panda ela me comprou um hipopótamo, que é muito fofo mas parece comigo.
Depois fui para o famoso bairro de ápolis, com seus 4 mcdonalds e seu próprio corpo de bombeiros, onde mora a Daidalia. Vimos livros, fofocamos, fofocamos mais um pouco, comemos, fofocamos e no dia seguinte saímos tarde para o show de graça da Diana Krall. A Luty, que já estava lá com a Phanie, ligou para dizer que estava quente e cheio, mas não poderíamos imaginar quanto. Tava muuuuuuuuuito quente, e não tinha nem uma árvore sequer. Os dois shows antes da Diana foram pontuais e as pessoas foram civilizadas. Mas como nada é perfeito, logo antes do show começar, todos ficaram de pé e aí foi impossível ver a mulher, e ouvimos muito baixo.
Almoçamos no consulado mineiro e depois fomos comprar livros e tomar sorvete(e aqui vemos que já estou ficando com sono). Voltei e percebi o quão vermelha fiquei. Espero que não arda amanhã.
Postado por M.D.O.M. às 9:46 PM 5 comentários
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Chrissy é uma coisinha linda, gentil como o rabo de um escorpião
Oi povo! Lá vou eu para mais um post... vou tirar a tag querido diário, porque, enfim, todos os posts são assim né?
Nesse fim de semana eu fui para São Paulo, porque domingo era a festa missa de um ano de morte do meu avô. Fui no sábado de manhã e cheguei uma hora antes da Luty e da Mamis, que vinham da cidade sanduíche tombado.
À tarde fui à liberdade com a Luty e compramos muita coisa... quer dizer, compramos muita roupa eheheh! À noite, antes de dormir, fiquei lendo as histórias em quadrinhos que minha tia coleciona e li uma história onde minha homônima e seus amigos conhecem um rpgista que vive perdido em suas aventuras de fantasia medieval de dragões e unicórnios. Claro que no fim dá tudo certo, &c, &c, o curioso é um tema adolescente(?) desses de fuga das responsabilidades num gibi infantil que recomenda que as crianças brinquem de boneca.
Domingo foi a festa missa, e, como sempre, assim que chegamos demos uma arrumada e depois de colocar o incenso saímos para ir organizar a comida. Depois da comilança eu voltei para Zefir de ônibus brigando com a cortina que ficava na frente do vento.
Segunda-feira à noite fui com a Chel e a Thá na festa de aniversário do Vegan, na casa dele. Tinha amendoim, paçoca e um bolo vegan, sem leite nem ovos. Como sempre, muita risada, e até perguntaram se a Luty estava solteira hauhauauhauha!
É povo... e daí que nesses dias eu tenho sonhado umas coisas estranhas. Quer dizer, sonhos são sempre estranhos, mas o bizarro é que os sonhos tinham uma certa coesão, não era aquela coisa aleatória. Além disso, eles não tinham uma atmosfera de sonho sabe? Era bem real... eu lembro de efetivamente sentir as coisas, os potes, o corrimão das escadas, ver as pessoas, entrar no elevador... o tio Dos Santos disse que eu estou ficando louca, mas prefiro pensar que só preciso ir dormir mais cedo.
Postado por M.D.O.M. às 11:34 PM 2 comentários
domingo, 6 de maio de 2007
Você tá me deixando muito louco cara
Olá pessoas. *respira*
O posto tava quase pronto, mas aí veio a Chel(sempre ela!) com um cd de filme(disse ela) aí meu pc reiniciou do nada e o windows XP apareceu com um perfil temporário(sabe-se lá o que é isso). Procurei na net e isso tem a ver com alguma coisa de memória virtual. Bem, está funcionando e é isso que importa.
Aiai, o que eu tinha escrito mesmo?
Quinta foi dia de descobrir que o livro que o meu amado&idolatrado&supimpa desorientador me mandou ler não tem nada a ver com o que eu quero pesquisar... é a vida!
Sexta teve a prova de latim, fui bem, acho, só uma palavra lá que eu não sabia como traduzir na frase. E minha queridíssima irmã veio para cá para prestar a prova em Apoio, mas sexta ela saiu à noite com a Alegre.
No sábado, após uma tarde de estudos fomos ao shopis lotaaaadooo jantar e comprar o presente de dia das mães. Voltamos umas 22h e pouco, mas fomos dormir lá pela meia-noite, para acordar 4h40 e pegar o ônibus das 6h para lá.
Luty fez o concurso enquanto eu lia e depois fomos tentar voltar a pé para a rodoviária. Adivinhem! Conseguimos voltar para a frente da escola! Mas desistir, nunca! Após andar metade da cidade e perguntar para três pessoas chegamos lá!!!! No meio do caminho achamos um museu, tirei tantas fotas!!! *___*! É claro que só se salva uma delas XD, mas o que vale é a intenção. Lá tinha de tudo das cousas de época, até uma carruagem e diversas máquinas fotográficas antigas, sem contar a escarradeira e talheres chiques. Almoçamos num restaurente come e beba por 6,90! Depois de nos enchermos voltamos para cá e a Luty foi-se.
Postado por M.D.O.M. às 9:30 PM 2 comentários
terça-feira, 9 de janeiro de 2007
Diamantes não mentem ou enganam
E continuando as maravilhosas aventuras na cidade cinzenta, na sexta à noite teve o esperado amigo/inimigo secreto dos primos três-ilhas. Não vou contar quem tirou quem em detalhes, já é chato dizer quem me tirou e quem eu tirei, de 8 pessoas então, nem eu leria. Bem, o que importa é que todos riram muito, e que eu ganhei uma camiseta com um gatinho \o/. Eu tirei o primo de idade avançadíssima, o qual todos queriam tirar porque ele é... facilmente caçoável, digamos. Mas nem fui tão má, dei fralda geriátrica, um livro de exercícios para o cérebro e uma cueca de pirata(por sugestão da Luty, deixemos isso bem claro).
Sábado, dia do esperado baile, eu e a Lu fomos comprar presente pro Cunhado e um bokutô(espada de madeira) para ela. Na liberdade descobrimos que não tínhamos mais dinheiro, o que depois comprovou-se falso, já que a Lu achou um envelope com dinheiro, mas que agora é verdade novamente, porque eu não me lembro onde está o envelope. Não dormi à tarde para varar a noite, ao invés disso terminei de ler Jangada de Pedra, do José Saramago. Uma vez li que ele era como Sartre, escritor mais ou menos e com uma ideologia horrível(Sartre foi comunista e Saramago apóia Cuba), mas isso é exagero de intelectuais de direita. Adoro os livros do Sartre, assim como adoro o jeito de escrever do tio Saramago. Ele não usa ponto de exclamação ou interrogação, nem travessões. Os diálogos são construídos com uma frase após a outra separadas por vírgulas, e ele tem uma escrita parentética(acho que é esse o termo), ele escreve uma frase e depois passa o parágrafo inteiro comentando coisas inúteis(?) ao texto sobre a frase. O livro fala de um fenômeno onde a normalidade antiga deu lugar a uma nova: o desligamento físico da península ibérica da europa. Quer dizer, dá mais importância mesmo ao que aos personagens afetados por fenômenos bizarros fazem do que ao futuro de Espanha e Portugal. O livro não é um Evangelho Segundo Jesus Cristo, mas também tem ótimos comentários irônicos sobre a política e sobre a vida.
Arrumando-me para o baile, descubro que a sandália que levei(além de ser branca para um vestido preto ehehe) estava com uma tira solta. E o que se pode fazer nessas horas? Arrancar a tira da outra, claro!!!! Ficou modernosa, e não soltou, porque a tira da frente estava apertada. Durante a festa a tia K ficou com pressão baixa no banheiro e foi levada ao ambulatório. A tia Filha chegou na mesa correndo e disse para chamar a filha dela, que faz medicina mas tinha ido dançar. Minha irmã saiu correndo achando que era um tio, e achou só o primo. Ainda bem que eu achei primeiro e pude dizer que na verdade era a tia. Mas era só a pressão, e depois de um tempo ao ar livre ela voltou. Bailes são todos meio iguais, mas esse pelo menos tinha uma banda maizomeno que não tocou muito axé. Fiquei dançando 'mokonamente'(c0mo diz o Monsieur Rennó) até sermos expulsos do lugar, com direito a fim de música e luzes acendendo.
No domingo conseguimos fazer caber tudo em uma mala, duas sacolas, uma bolsa e uma mochila, inclusive uma coruja fofíssima que compramos na liberdade. E chegamos aqui.
segunda-feira, 8 de janeiro de 2007
Se vestir é cultivar o amor, se despir é ativar
Oláááááá leitores! Ficaram com saudades? Não? Como não? Eu também não tá, só perguntei por educação... ¬¬
Loucuras à parte, contarei procês cuméquifoi a viagem para São Paulo. Quinta-feira a gente... é... ahn... ô memória. A gente chegou, descansou e foi prá colação de grau do meu primo o... o... *arranja apelido* Tomate. Ele não terminou o curso, ainda tem duas matérias, mas quis fazer a formatura com os amigos. A gente chegou mais de uma hora antes de começar o_O, tempo suficiente para conversar e morrer de sono. Mas a colação não foi tão maçante, apesar de um velhinho que fez um discurso enorrrme. Os formandos estavam com cartolinas e papéis com coisas escritas tipo 'vendo hp com cola', 'preciso de um emprego' e 'colei na prova do prof velhinho' e tinham buzinas e serpentinas.
Sexta-feira à tarde fomos ao Museu da Língua Portuguesa \o/! Emocionante a visita, se bem que eu acho que se tivesse uns 5 anos a menos ia achar muito mais legal. No primeiro andar tem a exposição temporária, que é a mesma desde que abriu, do Grande Sertão Veredas(Guimarães Rosa). É bem interativo: dá para ler todo o livro lá, mas para isso você tem que puxar os cartazes que estão contra-balanceados(ou algo do gênero) por saquinhos de 'terra do sertão', subir em lugares estranhos ou olhar de um ponto certo para as palavras ficarem organizadas, ler com um espelho na testa(???) os trechos que estão do contrário, olhar através de... de... como é o nome ? Lambe-lambe? Que tem a figura no fundo sabe... e também ler o que está escrito em tijolos, a parte mais fácil. Na minha juventude talvez eu tivesse lido o livro, mas fiquei lá só o tempo suficiente de tirar fotos&interagir um pouco com o lugar. Ah, e além disso tinha umas tvs no banheiro com depoimentos de pessoas sobre o livro... bizarro. O segundo andar (o que vale a pena, segundo o prof Faustilho) é o andar educativo. Tem um video passando num dos lados sobre alguma coisa não interessante, telas com palavraz cruzadas dos idiomas que influenciaram o português, a imprescindível linha do tempo das línguas e uma linha do tempo da formação do português. Mas tenta ser educativo demais mas sem se aprofundar e tentando valorizar as outras culturas. Então lá é dividido em 3 partes: da América, da Europa e da África. Mas só o da Europa fala propriamente da evolução da língua, os outros mostram sobre as culturas dos lugares, provavelmente para mostrar à massa ignara que os índios e os negros não eram de todo idiotas, pois sabiam fazer artesanato. Embaixo dos ahn, pôsteres, tinha umas telas com umas curiosidades tipo 'palavras que vieram do alemão' e até um com o 'internetês'. Mas o legal mesmo desse andar era a salinha da formação de palavras, com três mesas onde as pessoas ficam em volta e têm que juntar os trechos de palavras que ficam rodando. É difícil porque tem muita criança( e adulto) que não entende que não é para arrastar as palavras com o dedo, é para colocar a mão do lado oposto ao que se quer que vá a palavra. Lá dá para aprender, por exemplo, que biblioteca vem do grego e quer dizer caixa(theke)+ livro(biblion), que era onde se guardava os livros, e que clitóris vem do grego, mas não explica o que é em português(se querem censurar porque não tiram logo a palavra?). O terceiro andar é o que tenta impressionar através de telões. Eles passam um video de 10 minutos sobre a língua portuguesa, o 'idiomaterno', que não fala nada(também, foi feito pela grobo) e depois a tela vira, mostra que há algo do outro lado, as pessoas se sentam nos degras e poemas brasileiros famosões vão sendo falados enquanto alguma projeção nada a ver passa pelas paredes&teto e reflete no chão. E aí que vimos que o povo que vai lá é o que não tem formação academica mesmo, não conheciam nem quadrilha(o poema de x que amava y, lembram?). Tomara que se sintam estimulados a ler e a procurar mais&mais. Na saída do auditório, mais poemas famosos, alguns que já foram ouvidos e trechos de livros. Ao sairmos do museu, descobrimos que nem sempre a saída e a entrada coincidem. O Museu fica na estação da Luz, mas na saída dela. Lá só dá para entrar se quiser integrar com a cptm(dos trens). Depois de muito esforço descobrimos que teríamos de ir em outra rua na chuva e no frio (oh oh oh!) para voltar de metrô.
O post já tá enorme, depois continuo com minhas aventuras na cidade cinzenta.
Poema do século... ahn, XVI. Demonstra como na verrrdade os miguxos não estão acabando com a língua portuguesa, estão é retomando o estilo antigo, misturando moçárabe, árabe e hebraico.
segunda-feira, 18 de dezembro de 2006
Não estou pronta pr'essa cousinha doida chamada amor
Voltei, caros leitores ávidos dos meus comentários em seus blogs das minhas aventuras!!!! Sem dormir mas com muito comer venho por meio deste comentar sobre minhas aventuras na cidade cinzenta.
Dormi duas horas até pegar o ônibus, daí dormi as 4h de viagem. Chegamos na hora do almoço, e eu nem comi muito para caber naquele corpete apertado do caramba. Não dormi à tarde; fiquei lendo mangás, minha tia foi lá medir o diabete(s)[que nem foi grande :D!] e depois minha irmã quis ir até à Liberdade. Voltamos, terminei de ler os mangás e fui tomar banho& ficar pronta. Minha irmã ficou jogando baralho(¬¬) e quase nos atrasou com a carona.
Sobre o baile, bem, não há muito a se dizer: tinha comida boa, músicas ruins, gentes bêbadas... ah, mas faziam lá drinques sem álcool com frutas!!! E era com fruta mesmo, tinha um monte de semente de maracujá, eca! Na hora da valsa chamaram o povo por ordem alfabética, e nos lamentamos porque a Phanie não se chamava Aphanie. Saímos de lá às 5 e pouco, pouco antes do funk começar. Aaaaaaaaaahhhhhhhh claro. Tinha um povo lá muito mal vestido!!!! Que absurdo, eu me esforcei tanto para caber na roupa chiquérrima e me vem umas meninas de saia e blusa??? Ah não, isso foi muito, muito errado.
Domingo fui acordada após apenas 7h de sono e fui almoçar. Após o almoço fomos ao chopis ibirapuera, que é graaaaaande. Lá tinha uma loja oficial da sanrio, onde vendem tv da hello kitty a 1.800 reais e uma caneta por 20. A Luty não comprou nada para ela, mas me comprou o Bad Badtz Maru de pelúcia prá mim!!! Já postei sobre ele aqui(acho), mas como bem disse o Cunhado, ele é aquele que só reclama. Ele é mau como eu(logo...).
Na volta, tudo tranquilo. Ao chegarmos em casa, papis conta que a dor nas costas da mamis ficou pior e que ele teve de levá-la ao pronto socorro. Ele, como sempre, disse que não sabia o que era, mas eu e a Luty lemos nas bulas que tem a ver com artrite. Ô véia teimosa! Falamos da primeira vez que ela reclamou da dor que era para ir ao médico... agora ela vai ter que contratar uma faxineira na marra!!! E, claro, achar algo de legal para fazer.
Da sessão desabafo/reflexão da Mokona. A vida é nietzscheana às vezes. Porque parece que as pessoas só se relacionam por algum interesse pessoal, e quando conseguem, te desprezam ou te traem ou ambos. Mas aí você descobre que ainda há pessoas legais nesse mundo, que se preocupam de verdade com você. Não precisa ser muita gente, três, duas, uma, seu blog, no fim sempre há alguém em quem confiar. Difícil acaba sendo superar as facadas nas costas, mas, enfim, é a vida, e precisamos aprender a superar as dificuldades e nos aperfeiçoar enquanto seres humanos e outros blá blá blás.
